Sinopse
Uma misteriosa mulher é encontrada inconsciente numa rua de Bombaim. O dia a dia de uma família real indiana. Uma inquietante viagem por Goa. A luxuosa vida de uma princesa indiana em londres. Um amigo inusitado (e conhecido por todos) com quem a princesa tem as mais íntimas confissões. As certezas de um casamento seguro e tranquilo abaladas por uma paixão inesperada que a princesa não sabe explicar nem controlar. Reencontros, dúvidas, angústias, e revelações na vila de Sintra. Numa escrita marcada pela fantasia, paixão, beleza, e exotismo, a autora aborda temas como a globalização, as disparidades entre a pobreza e a riqueza, o nosso papel na sociedade, o amor e a paixão.



Opinião
"Quando Ruiu a Ponte sobre o Tamisa" penso tratar-se de um livro bem concebido, bem escrito e bem trabalhado. Muitos bens, portanto, para esta que parece ser uma boa autora.
Ana Gil Campos escreve com toda a calma do mundo, com a serenidade típica de quem tem uma vida inteira para contar uma história. Essa forma de narrar torna-se reconfortante à medida que vamos conhecendo as personagens, nomeadamente a protagonista. A autora explora de um modo bastante eficaz não só os traços da personalidade da personagem principal como também dos seus costumes e tradições. É aqui que reside um dos pontos principais a reter da obra. A primeira parte, a mesma que incide sobre a cultura indiana, acaba por cativar o leitor, prendendo o seu interesse e a sua curiosidade. Nesta fase, Ana Gil Campos divaga sobre a parte mais negativa da sociedade indiana, como sucede, em parte, nos livros escritos por  Sirup Swarup.
Na segunda parte, ocorrida já numa Europa distante desta cultura que nem todos conhecemos, o foco passa a ser a vida romântica da princesa, num registo mais comum, que também costuma estar presente nos romances que têm sido lançados nos últimos tempos.
Ana Gil Campos é uma autora que poderá suscitar muita curiosidade no público em geral e que, por isso, poderá obter um sucesso inteiramente merecido no mundo literário.

Citação

Desvia-se dos mendigos, dos chulos, dos homens de negócios, serpenteia por o entre o trânsito para no semáforo. Tenta enfiar-se numa sala de cinema, mas não tem dinheiro - o funcionário manda-o embora, dando passagem a outros clientes. Ele sente-se agoniado. Calcula que seja a Igreja Católica a tentar atacá-lo, pelo que manda Cristo à merda e desce a rua a correr.

"Onde Todos Observam", Megan Bradbury
Quem leu o Private: Las Vegas sabe do que estou a falar.


Neste livro, parte do enredo passa-se à volta de dois indivíduos (tio e sobrinho) que são familiares de um diplomata, curiosamente oriundo de um país do Médio Oriente. Um país fictício ainda assim.
Ora, o divertimento habitual destes dois homens é espancar, violar e assassinar mulheres. Assim, puro e duro, só porque podem e porque se sentem acima dos restantes. Sentem que estão fora do alcance da justiça. Por isso, fazem o que lhes apetece. E, sendo a mentes deles deturpada, viram-se para a violência gratuita.


Não havendo semelhanças entre a vida real e o produto imaginário das pessoas, isto faz lembrar alguma coisa?

Promoções #67

A Wook está hoje com uma promoção especial, mas o conceito é tão confuso que não me apetece explicá-lo aqui. 
Afinal, eu aconselho estas promoções para que vocês possam fazer bons negócios, não eles, os da Wook!
Poderão consultá-la no site!

Nonsense #42


Quando a nossa filha de 6 anos nos diz:

"Nem acredito que já és adulto..."

Na verdade, até me sinto bastante orgulhoso por isso.

«Cada um só será capaz de dar e receber o amor em que acredita.»
José Luís Peixoto, Em Teu Ventre

José Luís Peixoto é um dos mais aclamados autores portugueses contemporâneos. Nasceu em 1974 em Galveias, no Alentejo, e estudou Línguas e Literaturas Modernas em Lisboa. Começou a publicar em 2000 e desde então já editou romances, contos, crónicas, teatro, um livro infantil e três antologias de poesia. 
A sua primeira obra, Morreste-me, é um relato intenso da morte do pai e das recordações de ambos, que depressa se tornou um texto de culto. O seu romance Nenhum Olhar recebeu o Prémio José Saramago, além de ter sido considerado pelo jornal Expresso como um dos dez melhores livros da década e pelo Financial Times uma das melhores obras editadas no Reino Unido em 2007. 
O autor já recebeu por três vezes o Prémio Jovens Criadores e, com A Criança em Ruínas, venceu o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores para o melhor livro de poesia. As suas obras colecionam prémios também no estrangeiro, nomeadamente em Espanha, Itália e França, estando atualmente traduzidas em vinte idiomas. 
Em 2012, José Luís Peixoto fez uma extensa viagem pela Coreia do Norte, passando pelos lugares mais simbólicos do país, mas também por povoações que não recebiam estrangeiros há décadas. Do seu olhar privilegiado e lírico sobre uma das sociedades mais fechadas do mundo resultou o relatoDentro do Segredo, Uma Viagem na Coreia do Norte
O autor viaja, aliás, com grande frequência, não só como forma de promoção da sua obra, mas também para conhecer estudantes e entusiastas da língua e cultura portuguesas, que ajuda a divulgar. Durante essas viagens, pede por vezes a quem encontra que desenhe ou escreva algo na sua tela: uma tatuagem com a forma de uma moldura vazia que tem no braço e que permite aos outros expressar o que sentem.




Vejam a promoção na Wook, aqui.
Depois de ler a entrevista de Valter Hugo Mãe no DN, não me contive a comentar duas das respostas do escritor!

DN - Um escritor com o seu nível de vendas e de reconhecimento, premiado, vive bem, em Portugal, ou sobrevive apenas?

VHM- A minha situação é, porventura, muito especial - se tivesse filhos, teria muito mais dificuldades.
Mas tenho de gerir o meu dinheiro em função das necessidades de um adulto.
Logo, se tiver de abdicar de determinadas palermices, faço-o facilmente. Eu não me posso queixar: o sucesso que tenho em Portugal e no Brasil, o facto de estar editado em muitos países, faz que eu hoje esteja bem. Isto significa o quê?
Ter um apartamento há 14 anos e ter um carro que comprei usado.
Mas não tenho prestações para pagar nem empréstimos...
Para o comum dos cidadãos que vive bem, isso é pouco, porque têm casas com piscina, casas de campo, casas de praia, eventualmente um barquinho para passear aos domingos, dois filhos a estudar em colégios privados...
Eu talvez não tenha a casa que queria, mas tenho aquela que posso.
Na minha vida, fui sempre muito pragmático, nunca me abeirei daquilo que está acima do que posso ter.
Isto permite-me também manter a minha cabeça tranquila.
Lembro-me, quando comprei o apartamento da insistência do banco para que eu contraísse um empréstimo. E eu não aceitei...
Não quero nunca abdicar da tranquilidade, que é exatamente aquilo que me permite pensar nos livros.Se eu estiver acossado com a prestação da casa, provavelmente não consigo escrever...

Oh Valter, ninguém te pediu para opinares sobre a vida do comum dos mortais e muito menos teceres juízos de valor sobre os mesmos.
O que te perguntaram foi, se em Portugal tu sobrevives ou vives como escritor. E OBVIAMENTE tu VIVES! Se acabaste de dizer que compraste um apartamento sem empréstimo há 14 anos, OBVIAMENTE que não sobrevives meu caro! E isto é claro! Agora, tudo o resto que disseste era desnecessário!
O que eu acho que devias dizer no fim de cada entrevista, mesmo sem te perguntarem, é o seguinte: 
Agradeço ao Nobel o empurrão que me deu para o meu sucesso estrondoso quando referiu que a minha escrita era um tsunami! Isso sim Valter é que era de valor. Agora falar dos filhos e das poses dos outros!! Tem dó!

PARA TUDO QUE O HOMEM AGRADECEU, mas reparem como o fez!


DN- Em 2007, ganhou o Prémio Saramago. Que importância real é que um prémio, ou melhor, que esse prémio teve na sua vida?

VHM- Começo por dizer, desde já, o seguinte:
o Prémio Saramago é o único que traz mesmo uma mudança à vida de um escritor.
Antes de mais, era dado pelo próprio Saramago - de resto, não sei se ele terá a mesma força com o Saramago morto.
Depois, porque apanha os autores numa idade ainda jovem, quando ainda são figuras sem capela.
Ou seja, entende-se bem que o que está em causa é a qualidade do livro, porque os escritores não têm esquemas montados, ainda não são propriamente amigos de ninguém.
É a melhor distinção quando se quer dar um salto de uma atividade mais ou menos amadora para um estado mais profissional, até na relação com uma editora mais sustentada.
Depois, há a dimensão do exemplo de José Saramago, que nunca se calou e só esteve ao serviço da sua própria consciência.

O que mais me comoveu na distinção que ele quis fazer-me, prende-se com o facto de ele não ser uma pessoa de elogio fácil, e que só expunha as ideias em que efetivamente acreditava.

Ora vejam lá o que é dito como resposta:
Com o Saramago morto é capaz de já não ter a mesma força (logo, os que receberam, depois da morte do Nobel talvez não mereçam). Os autores são jovens "figuras sem capela"! Mas para que todos entendam, Valter ainda coloca o "ou seja" para explicar que não há cunhas. Senhores! É a qualidade do livro! Entenderam??. Ou seja, ele não teve cunha! Como outros tantos escritores têm ou tiveram! 
Essa frase não necessita ser comentada "É a melhor distinção quando se quer dar um salto de uma atividade mais ou menos amadora para um estado mais profissional, até na relação com uma editora mais sustentada."
Depois, Saramago acreditava piamente em Valter, ora vejam e passo a citar "O que mais me comoveu na distinção que ele quis fazer-me, prende-se com o facto de ele não ser uma pessoa de elogio fácil, e que só expunha as ideias em que efetivamente acreditava." 

Havia muito mais para comentar, mas o post ia ficar muito longo, leiam aqui a entrevista na integra!

E, aos leitores menos atentos ou mais distraídos: o senhor já não escreve em minúsculas e não gosta de ser chamado de Vitor Hugo. Ok?  ;)

Este é um filme obrigatório!!!



Promete e já está nos cinemas!

Na Fnac

Trouxe este livro da Fnac, a 5 euros:

Sinopse
Esta é a história de uma intromissão. Por um acaso, o narrador desta história começa a encontrar, no lixo do prédio, escritos de um vizinho misterioso. Em breve descobrirá que esse homem de certa idade, de rotinas pendulares, se trata afinal de Davanzati, um romancista com sucesso no passado e, entretanto, desaparecido da ribalta literária.
A partir desse momento tornar-se-á leitor obsessivo - e único - dos desperdícios que constituem uma enorme galeria de estilos literários de um escritor que não escreve para ninguém. Os Dias de Davanzati analisa as relações entre a literatura e a vida a partir de um ângulo de grande originalidade: ligando a literatura ao lixo, num jogo em que as palavras se revelam resíduos sem valor de uma vida que não foi vivida; e as que se estabelecem entre a escrita e a leitura, a uma nova luz: a leitura como violação da escrita.

Havia vários títulos a este preço. Escolhi este exemplar em particular porque já há algum tempo o tinha debaixo de olho. Mas também havia outros livros de autores bons e/ ou consagrados, como era o caso de: Edgar Allen Poe, Raymond Carver, Clive Cussler, Mario Puzo, Romana Petri, Douglas Preston, Juliet Marillier, Mary Higging Clark, Stephen King ou Tess Gerritson.

Sugestão #17

Quando fui ao Gerês fiquei hospedado numa quinta perto de Amares: Quinta do Rocha.
É um espaço muito agradável, com animais, árvores de fruto, vinhas, salões impecavelmente decorados, quartos enormes, piscina, adega, capela, campo de futebol, pequeno-almoço de luxo, salão de jogos.
A proximidade do Gerês é uma enorme vantagem, assim como a calma que o local oferece.
Trata-se de uma quinta com trezentos anos, tendo sido restaurada há dois anos.
(E ainda tive tempo para ir à festa de Goães!)




Quem É Quem?! XXVI

Então?
Conseguem adivinhar quem é este autor em tempos idos?!


Pista: não dou qualquer pista.

Nonsense #41

Hum... Ok... A matrícula é italiana, para que saibam...

Já temi que isto me acontecesse uma ou outra vez e, adivinhem!, nunca cheguei a arriscar!

Olá, juventude.

Já sabem:



A  Editorial Presença tem para oferecer  um exemplar da obra "O Que Ela Deixou" de T. R. Richmond para oferecer (em sorteio) entre os participantes da rubrica.


Sinopse:
Numa manhã gelada, o corpo de Alice Salmon é encontrado a boiar num rio. Cedo se levantam suspeitas sobre a causa da morte. Os exames forenses mostram sinais claros de luta. 
A notícia da sua morte espalha-se nos meios de comunicação e em comentários nas redes sociais. Todos querem saber o que realmente aconteceu à divertida e inteligente Alice, uma jovem jornalista com sucesso na Internet. 
Jeremy Cooke, um antigo professor obcecado por Alice, enceta uma investigação particular. Para isso, recorre ao diário de Alice, à sua correspondência, posts em blogues, no Facebook, no Twitter e nas SMS. Com ele, somos levados numa espiral de eventos em que todos, incluindo ele próprio, têm algo a esconder.
Este romance de estreia, um dos mais aclamados thrillers dos últimos tempos, leva-nos ao âmago do amor, da obsessão e da perda.

Ficam as regras, para relembrar...
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
A partir de 2015, o envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

Nós estamos a ler:

 

E vocês?

Nonsense #40

Sabem qual é o cúmulo dos cúmulos?
Vender, no olx, artigos mais caros do que nas próprias lojas...


Nélson Évora

Sabem quem é este?
Nélson Évora, o atleta que nunca desiste.


Para muitos o 6º na final do Triplo Salto, para outros o melhor atleta europeu no Jogos Olímpicos 2016, com 32 anos, depois de ter recuperado de um sem-número de lesões.
Sinopse
O n.º 7 da Ocean Drive é uma propriedade multimilionária nos Hamptons, com vista para o mar, onde o dinheiro e o estatuto social não conhecem limites. Mas a sua fachada em magnífico estilo gótico esconde um passado terrível: a casa foi palco de uma série de homicídios sádicos e brutais que nunca foram resolvidos. Conhecida como «A Casa da Morte», encontra-se agora abandonada, e os habitantes locais preferem passar à distância.
Quando um homem influente e poderoso e a sua amante são encontrados mortos naquela propriedade, a violência do local do crime choca a detetive Jenna Murphy. E o que a princípio parece ser um caso simples acaba por revelar tantos segredos chocantes como a própria Casa da Morte.
À medida que mais cadáveres vão surgindo, Jenna descobre que os segredos que a Casa da Morte encerra remontam ao seu próprio passado. E antes que a fatídica casa faça mais uma vítima, a detetive percebe que terá de arriscar a própria vida para descobrir a verdade.
A Casa da Morte é um thriller arrepiante e de leitura compulsiva sobre homicídio e vingança, que não vai deixar o leitor indiferente ao estilo inconfundível de James Patterson, o autor n.º 1 em todo o mundo.



Opinião
Incrível. Equilibrado. Envolvente.
Começo a sentir-me complexado pela necessidade que tenho em elogiar este autor sem qualquer tipo de reservas. No que respeita ao género, o thriller puro, considero que James Patterson é um ás, um verdadeiro mestre. Alguém que acrescenta sempre algo, quando julgamos que nada pode ser inventado ou reinventado.
Depois de ter lido Private: Las Vegas prometi não só a mim mesmo como também aqui, no blog, que voltaria a pegar neste autor. Bem, essa promessa não levou mais do que 3 meses a ser cumprida. E, diga-se, se o livro anterior me impressionou, A Casa da Morte arrebatou-me por completo. Não consigo sequer imaginar que o autor possa fazer algo melhor ou sequer de igual qualidade.
A Casa da Morte é um thriller perfeito. Não lhe falta nada, tem tudo. Tudo na medida e na proporção exactas. É aquele policial que acrescenta valor ao género, como foi o caso de mais uma dúzia de obras que não interessa aqui mencionar.
Existe, portanto, uma série de características que tornam este livro ímpar. Os personagens, o timing, a acção que parece estar permanentemente no pico, a coerência, a empatia, a fluidez. Todas estas características estão presentes na dose ideal. É certo que houve situações que não me surpreenderam. Mas é comum eu sentir isso. Creio, aliás, que nunca fui totalmente surpreendido num livro. Verdadeiramente surpreendido, quero dizer. No entanto, considero isso positivo, pois eu gosto de ser guiado para onde o autor me quer levar. Agrada-me entender as coisas um segundo antes, uma palavra antes. É sinal que o enredo faz sentido. E um enredo com sentido é um dos princípios básicos de uma boa leitura.
James Patterson tem aqui um fã, deste lado do Atlântico, não obstante o facto de ser o autor mais bem pago do mundo e de não precisar de mim para nada, nem sequer da minha opinião. No entanto, para que fique bem claro, este escritor tem conquistado uma parte de mim de cada vez que pego num livro seu. Veremos quanto tempo demorarei a iniciar o próximo... 


Bolt

Bolt sendo... BOLT nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro!

Sinopse
Agora que os adultos estão a redescobrir as divertidas atividades da própria infância, trazemos-lhe Cidades Ponto-a-Ponto.
Thomas Pavitte criou uma coleção única de desenhos ponto-a-ponto, todos eles constituídos por 1000 pontos para unir, que lhe irão proporcionar momentos de diversão e descontração.
O estilo único do autor, combinado com paisagens urbanas icónicas, resulta em imagens artísticas que são gratificantes de completar e pendurar em sua casa, ou oferecer a amigos.



Opinião
Este é um livro de excelente qualidade.  Um livro para nos entretermos, para sermos artistas, para nos divertirmos, para visitarmos algumas das metrópoles mais importantes sem sairmos de casa.
A edição e a impressão são excepcionais, assim como a qualidade dos desenhos que, ligando ponto a ponto, vão surgindo diante dos nossos olhos. 
Cidades Ponto-a-Ponto resulta do trabalho de um artista, um perito na recriação de obras e paisagens.
Cada cidade possui 1.000 pontos, por isso, ao adquirir um destes exemplares, existe muito trabalho pela frente.
Este grupo editorial consegue, de facto, surpreender-nos como nenhum consegue. Na verdade, tornou-se perito em encontrar soluções de mercado válidas no mundo dos livros.


Saibam mais aqui!
Depois da editora TopSeller me ter, gentilmente, cedido um exemplar da Obra "Um Ano Para Ser Feliz" de Lori Nelson Spielman e depois de eu ter lido e opinado sobre a mesma, decidi sorteá-la aqui.

Para se habilitarem ao sorteio, têm apenas de responder às questões do formulário e seguirem as regras!!


Regras do Passatempo:
- O passatempo começa hoje, dia 20 de Agosto e termina às 23.59h do dia 27 de Agosto de 2016; 
- O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;
- O vencedor será anunciado aqui no blogue e deverá posteriormente enviar os seus dados para o nosso mail;
- Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.;
Ser Seguidor do blogue (para ser seguidor, basta clicar em “seguidores” na barra lateral direita).
- Dar um Like na nossa página de Facebook (tornando-se assim fã da mesma)

Questionário
As respostas ao questionário aqui



Boa sorte aos participantes!

Dia Mundial da Fotografia

Hoje é Dia Mundial da Fotografia!

E todos os mundos são capazes de se cruzar, neste caso o da a fotografia e do livro.



Um romance sobre o poder da amizade.
Uma homenagem às cartas e ao seu poder transformador.

Título   Cartas por um Sonho
Autora   Ángeles Doñate
Chancela   Suma de Letras
Nr. de Páginas   372


Sinopse
O Inverno chega a Porvenir e traz com ele uma má notícia: a estação de correios vai fechar e o pessoal vai ser transferido para a cidade. Quem precisa de um carteiro num mundo onde já não se escrevem cartas? A comunicação virtual chegou ás montanhas e até Sara, a única carteira da aldeia, tem um namorado virtual.
Rosa, vizinha e amiga de Sara, uma mulher de oitenta anos, vai arquitectar um plano para evitar que a carteira e os seus três filhos passem pelo sofrimento de se mudarem para a grande cidade. Vai criar uma corrente de cartas, em que todos os intervenientes são um elo muito importante, para provar que a estação de correios continua a ser importante para a aldeia.
Cartas Por Um Sonho é um livro comovente, encantador e cheio de ternura, onde, através da corrente de cartas, vão desfilando personagens do nosso quotidiano, todas elas com os seus sonhos, a sua história, mais ou menos triste, as suas frustrações.


Sobre a autora
Ángeles Doñate, jornalista de formação e vocação, combina o seu trabalho em jornais e revistas com ensaios e Comunicação Institucional, sempre vinculada à área educativa. Publicou Já Queres um Conselho?; Quando a Cigana se Perde; Um Caderno de Viagem de Santiago do Chile a Puerto Williams e a novela O Sorriso de um Cão, de 2013, escrita em coautoria com Maribel Vila.

Sinopse
Uma história por noite para preparar a entrada na escola.
Bonitas histórias com magníficas ilustrações para ajudar os mais pequeninos a lidar com a ansiedade do primeiro dia de escola. Cada história revela um pormenor das rotinas que se avizinham, sem medo nem dramas. Mas é difícil esperar. Quando a data se aproxima, o entusiasmo e os medos explodem. Quem são os novos amigos? Como é que se brinca no recreio? Dorme-se bem a sesta? Ora calma: os amigos animais estão aqui para ajudar com uma história por noite enquanto a escola não chega.

Opinião
"30 Histórias antes de começares a Escola" é uma compilação maravilhosa de pequenos episódios com vista à preparação das crianças para um mundo novo que aí vem.
Dividido em 30 histórias, uma a ser contada por cada noite de Agosto (assim decidi fazer com a minha Bi), o livro coloca os protagonistas - animais - em situações que à partida as crianças ainda não experimentaram. Claro que há sempre uma solução feliz à vista, aludindo ao positivismo que todos desejamos que acompanhe os nossos filhos.
Este livro trouxe algo de bom para a minha Bianca, pois pediu que, doravante, uma história lhe fosse contada ao deitar. E uma história destas faz milagres. Para além de a puxar para o mundo da literatura, dá-lhe um sono medonho. Acreditem, eu preciso mesmo que a minha filha tenha sono ao final do dia. Ela nunca foi de dormir muito, como eu, aliás.
Não obstante o facto da Bianca ter andado na escola desde os 4 meses, este livro também se adequa a ela, que entrará para o primeiro ciclo já em Setembro, uma vez que o seu renovado entusiasmo acerca de cada história nunca esmoreceu. Bem pelo contrário. cada vez estava mais ansiosa por uma nova aventura dos animaiszinhos. Isto só deveu à qualidade da obra, que se revelou extraordinária.


Saibam toda a informação acerca deste livro aqui!

Fim-de-semana

Passeio pelo Gerês... O inesquecível Gerês...

Algures

Quinta do Lago

Caniçada

Caniçada

Vista de São Bento da Porta Aberta

Algures
Título   Cidades Ponto-a-Ponto
Autor   Thomas Pavitte
Chancela   Jacarandá
Nr. de Páginas   48


Sinopse
Agora que os adultos estão a redescobrir as divertidas atividades da própria infância, trazemos-lhe Cidades Ponto-a-Ponto.
Thomas Pavitte criou uma coleção única de desenhos ponto-a-ponto, todos eles constituídos por 1000 pontos para unir, que lhe irão proporcionar momentos de diversão e descontração.
O estilo único do autor, combinado com paisagens urbanas icónicas, resulta em imagens artísticas que são gratificantes de completar e pendurar em sua casa, ou oferecer a amigos.

Amesterdão | Atenas | Barcelona | Berlim | Cairo | Chicago | Deli | Dubai | Edimburgo | Nova Iorque | Hong Kong | Londres | Moscovo | Paris | Rio | São Francisco | Sidney | Tóquio | Toronto | Veneza


Autor
Thomas Pavitte nasceu na Nova Zelândia em 1985. É um designer gráfico e artista experimental conhecido por usar técnicas simples para criar peças bastante complexas, e cujos desenhos ponto-a-ponto são apreciados por pessoas de todo o mundo. Em 2011 estabeleceu um record não oficial para o desenho ponto-a-ponto mais complexo do mundo com a sua versão da Mona Lisa, que continha 6239 pontos numerados e lhe levou semanas a projetas e nove horas a completar.




O fim de semana passado estive de concertos!!
Esteve a decorrer o Festival "Monte Verde" na Ribeira Grande
Não que tivesse ido assistir in loco, mas porque moro muito perto e então, podia desfrutar da música no quintal ^_^
Fixe não é?
(mas também há a parte menos boa que é ter música até às 6.30h da manhã e gritos até às 8h. Que, ao que me parece, é a hora em que o pessoal que está a acampar começa a dormir :)
Então, lá do alpendre via...
(e ouvia muito bem)



Também fui jantar a casa de gente muito especial ^_^
Relaxar também fez parte..


Por falar em relaxar, já experimentaram a aplicação "Calm"?
Podem ver o site aqui
Tomei conhecimento através do livro que pretendo adquirir!




A minha filha continua a "bombar" com as suas sobremesas e domingo tivemos bolo de fubá
com cerejas no seu interior, o sumo também foi preparado por ela...



Comecei a ler...



E leiam, leiam muito, porque...


E foram tantos os sítios que já fui...

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