Este mês de Outubro com o apoio da Editorial Presença, temos para oferecer aos participantes desta rubrica (em sorteio) um exemplar de Imagina Que Não Estou Aqui de Adam Haslett.



Sinopse:
Quando John, noivo de Margaret, é hospitalizado devido a uma depressão profunda, ela vê-se perante um dilema: avançar com os planos de casamento ou suspendê-los? Margaret decide casar. Esta história inesquecível desenrola-se a partir desse ato de amor. 

No centro da narrativa está o filho mais velho do casal, Michael, um jovem brilhante e apaixonado por música, mas atormentado por ansiedades e comportamentos disfuncionais. Ao longo de quatro décadas, os irmãos mais novos, Celia e Alec, lutam ao lado da mãe para cuidar da existência cada vez mais preocupante e precária de Michael. Alternando os pontos de vista de cada um dos protagonistas, Imagina Que Não Estou Aqui dá vida ao amor de uma mãe pelos filhos, à incontornável dedicação dos irmãos, às implicações do sofrimento de um pai no seio familiar. E não esquece uma derradeira questão: até onde podemos ir para salvar quem mais amamos? 

Combinando uma capacidade magistral de observação com um profundo sentido de humanismo, Adam Haslett revela ser um dos mais vibrantes romancistas americanos da atualidade.

Ficam as regras, para relembrar...
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.




Por aqui estamos a ler...

 



E vocês, o que estão a ler???


«A Batalha de Creta foi muito diferente de qualquer outra travada durante a Segunda Guerra Mundial. Numa estranha mistura de novo e antigo, combinou a primeira e única invasão aerotransportada de uma grande ilha com uma resistência de guerrilha de uma era anterior». É assim que começa «Creta 1941», da autoria do historiador militar britânico Antony Beevor. Este é o livro de referência sobre a resistência grega, muito aguardado pelos fiéis leitores do autor.
Narrado de forma detalhada, envolvente e cuidada, com retratos vívidos das principais personagens e momentos do conflito, «Creta 1941»apresenta um aspeto da Segunda Guerra Mundial que tem sido menos abordado, o que o torna particularmente interessante.
«Beevor tem um dom para recriar o momento histórico e durante algumas passagens deste texto até o leitor mais imperturbável terá de parar para recuperar o fôlego. (…) Recomendado quer para o leitor profissional, quer para o curioso.» (Library Journal)

«Excelente (…) uma narrativa fascinante dos esforços de guerra em Creta, incluindo a terrível experiência dos cretenses sob a ocupação germânica.»
(The Sunday Telegraph)



«Este é o livro A LER acerca do enorme papel que Creta desempenhou nos acontecimentos da Segunda Guerra Mundial.»
(The Helenic Book Service)




O Livro de Emma Reyes – Memória por Correspondência relata as memórias da duríssima infância – de abandono e exploração – da pintora colombiana Emma Reyes.  É também uma história de superação de inimagináveis circunstâncias por parte de uma mulher conduzida pela sua vontade férrea de liberdade.
Quando surgiu pela primeira vez na Colômbia, em 2012, quase dez anos após a morte da autora, esta autobiografia epistolar foi imediatamente considerada como um clássico. Em 23 cartas dirigidas ao amigo Germán Arciniegas, Reyes conta a história da sua infância e juventude, sem artifícios nem sentimentalismos, mas com competência e encanto narrativo raros. Publicado em mais de uma dezena de países, o livro conta com introdução de Leila Guerriero e dois textos finais, um por Gérman Arciniegas e outro por Diego Garzón.

Esta é uma correspondência capaz de transcender o tempo em que foi escrita, fixando os contornos de uma vida excecional.


A mudança, seja em que área da vida for, é algo que muitas pessoas desejam mas que poucas conseguem alcançar. O escritor e palestrante Othon Gama esclarece, através do seu novo livro «O Código da Mudança», como é possível implementar este processo de transformação nas nossas vidas, tal como ele implementou, com sucesso, na sua própria vida.
O revolucionário método é baseado numa extensa investigação na área da motivação e da performance, com o qual Othan desafia o leitor a definir e a conquistar objetivos que à partida parecem inatingíveis, cultivando competências como a humildade, a capacidade de alterar a rotina, a autoconfiança, a autodisciplina e a resiliência.

Após o sucesso no Brasil, «O Código da Mudança» chegou às livrarias portuguesas dia 20 de outubro, pela Pergaminho.




«Chegada a Hora» marca o regresso há muito esperado de Jeffrey Archer, um dos autores mais internacionais e populares dos nossos dias. O sexto livro da saga Crónicas de Clifton chegou às livrarias a 20 de outubro, e promete prender o leitor da primeira à última página.
Com uma escrita cativante, marcada pela intriga e paixão, Archer volta a criar uma narrativa onde o suspense é uma constante. Repleto de figuras e enredos complexos, o penúltimo capítulo da épica série é fiel ao estilo do autor britânico, alternando entre acontecimentos trágicos e momentos hilariantes, sempre pautados por um retrato vívido dos grandes eventos históricos do século XX.

«Um dos maiores contadores de histórias do mundo.» (Los Angeles Times)

«Uma saga de leitura compulsiva, capaz de fazer parar o coração.» (Publishers Weekly)

«Um contador de histórias da estirpe de Alexandre Dumas… um talento inultrapassável.» (Washington Post)

A tragédia de "Otelo" é transportada para os subúrbios Washington nos anos 70 



«O Novo Aluno», que chega amanhã às livrarias portuguesas, é o quarto título de uma série que tem sido publicada como forma de celebrar a obra ímpar de William Shakespeare. 
A autora bestseller Tracy Chevalier transporta a tragédia de «Otelo» para uma escola dos subúrbios de Washington nos anos 70, explorando de forma brilhante as relações impulsivas e ingénuas dos seus alunos, que revolucionam as salas de aula e as vidas dos envolvidos.
Com uma narrativa intensa e cativante, Chevalier perpetua a mensagem de Shakespeare, construindo personagens que denunciam a malícia do racismo, do medo, da inveja e da traição.

«Um exercício fascinante.» - Washington Post
«A improvisação brilhantemente intensa e arrebatadora de Chevalier expõe a malícia e a tragédia do racismo, do sexismo, do ciúme e do medo.»- Booklist


2666

2666 seguidores!!
Fez-me lembrar o 2666 do Roberto Bolaño
:)


A propósito, alguém leu a obra?





Sinopse:
Audra anseia chegar à Califórnia. Finalmente arranjou coragem para fugir do marido que a maltrata, podendo assim proporcionar a si e aos seus dois filhos um novo começo. Juntamente com Sean e Louise, atravessa o país, por estradas secundárias, discretamente e com toda a cautela para não chamar a atenção.

Quando um inquietante xerife a manda parar em pleno deserto do Arizona, Audra faz tudo para se manter calma e esconder o nervosismo. Tem mesmo de o fazer. Mas, ao revistar a carrinha de Audra, o xerife tira da bagageira um saco com marijuana que ela nunca tinha visto e o seu estado de nervos transforma-se em pânico. Ela julga que aconteceu o pior. Mas está enganada. O pior ainda está para vir.

Com um ritmo de tirar o fôlego e de um suspense implacável, Desapareceram... é um thriller perfeito sobre a luta de uma mulher contra o mal inimaginável, para salvar o que há de mais importante na sua vida. Chocante até à última página.

Citações:
«Uma das melhores estreias literárias do ano. Recomendo vivamente.» | Harlan Coben, autor bestseller do New York Times
«Uma história perturbadora e carregada de tensão que nos prende desde a primeira página. Desapareceram… é assustadoramente realista do início ao fim.» | Associated Press
«Este livro é uma autêntica montanha-russa, com uma tensão angustiante e uma heroína por quem só podemos torcer. Merece tornar-se um bestseller.» | Daily Mail
«As reviravoltas entusiasmantes mantêm-nos agarrados às páginas.» | Library Journal


                                                            O livro aqui na editora






Sinopse:
Natal de 1558. O jovem Ned Willard regressa a Kingsbridge e descobre que o seu mundo mudou. As velhas pedras da catedral de Kingsbridge contemplam uma cidade dividida pelo ódio de cariz religioso. A Europa vive tempos tumultuosos, em que os princípios fundamentais colidem de forma sangrenta com a amizade, a lealdade e o amor. Ned em breve dá consigo do lado oposto ao da rapariga com quem deseja casar, Margery Fitzgerald.

Isabel Tudor sobe ao trono, e toda a Europa se vira contra a Inglaterra. A jovem rainha, perspicaz e determinada, cria desde logo o primeiro serviço secreto do reino, cuja missão é avisá-la de imediato de qualquer tentativa quer de conspiração para a assassinar, quer de revoltas e planos de invasão. Isabel sabe que a encantadora e voluntariosa Maria, rainha da Escócia, aguarda pela sua oportunidade em Paris. Pertencendo a uma família francesa de uma ambição brutal, Maria foi proclamada herdeira legítima do trono de Inglaterra, e os seus apoiantes conspiram para se livrarem de Isabel.

Tendo como pano de fundo este período turbulento, o amor entre Ned e Margery parece condenado, à medida que o extremismo ateia a violência através da Europa, de Edimburgo a Genebra. Enquanto Isabel se esforça por se manter no trono e fazer prevalecer os seus princípios, protegida por um pequeno mas dedicado grupo de hábeis espiões e de corajosos agentes secretos, vai-se tornando claro que os verdadeiros inimigos, então como hoje, não são as religiões rivais. A batalha propriamente dita trava-se entre aqueles que defendem a tolerância e a concórdia e os tiranos que querem impor as suas ideias a todos, a qualquer custo. 

Opinião:
Uma boa notícia para começar… Quem está na indecisão de ler ou não este livro, porque pensa que tem de ler primeiro “Os pilares da Terra - volume 1 e 2” e “Um Mundo sem fim - volume 1 e 2”, desde já vos digo que não é obrigatório. Eu já li os quatro volumes (recomendo), e realmente nesta nova obra, faz pequenas referências às obras anteriores e também se passa em alguns locais (Kingsbridge) onde se desenrolam as outras obras, mas nada que vá “prejudicar” o entendimento de todo este enredo. Por isso, força… se querem ler primeiro esta obra… vale bem o tempo despendido nestas 767 páginas.

Eu adoro romance histórico, e sei que nem todos os autores conseguem agarrar os leitores desde o início até ao fim e espicaçar-lhes a curiosidade para o que a obra nos possa reservar nas páginas seguintes. Ken Follet têm este dom.

Quanto a esta obra propriamente… Ao longo do livro vamos tendo várias personagens, algumas que existiram na realidade (já que o livro é baseado em factos verídicos) e outras fictícias. Da forma como são descritas (de uma forma simples, mesmo as mais complexas), na nossa imaginação vamos criando a sua figura e carácter, e formando uma opinião. Claro que vamos criando ou não uma certa simpatia, como se de uma personagem real se tratasse, com quem convivemos no dia-a-dia. Ao longo de quase setenta décadas, algumas personagens mantêm-se, mas outras desaparecem e novas vão fazendo parte. Tudo é descrito de uma forma tão simples e sem floreados, que o leitor não precisa de uma “cábula” para não se confundir (de qualquer forma no início, o livro tem a uma lista das personagens que vão aparecer).

Ao longo das diversas décadas descritas na obra vamos “saltando” pelos principais países da Europa (Inglaterra, França, Espanha), e conhecendo os seus governantes (Reis, rainhas), e os jogos de “bastidores” para se manterem no poder. Vamos constatando que a religião está ligada à política, e em nome da religião se cometem as maiores atrocidades. Ninguém é realmente livre de prestar o seu culto, mas temos a tentativa de se chegar à liberdade religiosa.

Começamos por ter como Rainha de Inglaterra, Maria Tudor. Uma rainha Cristã, que enquanto governou, os protestantes eram perseguidos, e quem fosse apanhado a prestar o seu culto, era morto da forma mais horrenda e sofredora (desde a fogueira, ao enforcamento e esquartejamento). Muitos dos protestantes eram “convertidos”, acabando por ter uma vida dupla, em que faziam o “serviço” religioso cristão, mas às escondidas prestavam o seu real culto. Então muitos dos cristão, principalmente os de mais alto estatuto, junto com o clero acabavam por fazer o que bem entendiam para seu benefício, mas com a desculpa que Deus quer assim. Foi assim que a família do jovem Ned (personagem fictícia que permanece ao longo de toda a narrativa) que embora não fosse nobre, começou a passar privações. Foi ao passar por essas injustiças, (embora a família dele fosse cristã) aquando a morte da Rainha Maria Tudor, eles defenderam a subida de Isabel Tudor. Isabel Tudor embora Protestante fechava os olhos, e deixava que os cristãos prestassem o seu culto sem que fossem perseguidos, ou pelo menos era a intenção dela, pois como se costuma dizer “o feitiço vira-se contra o feiticeiro” e as atrocidades outrora cometidas pelos cristãos, começaram a ser cometidas desta vez pelos protestantes, e os cristãos que não prestassem o seu culto teriam de pagar uma multa. Ned Willards é uma das personagens, que trata da segurança desta rainha, e vamos acompanhando o esforço, as atrocidades e todo o jogo para a protecção desta. 
Quem conhece bem este autor de outras obras, encontra aqui uma mistura da componente histórica com a espionagem que é habitual em outra suas obras.

Em França um país Cristão tem a Rainha Catarina. É uma rainha moderada que quer a paz, e que quando o Rei Henrique II morre, e os seus filhos menores se tornaram Reis (estes tinham uma saúde muito frágil e com o seu falecimento, o irmão seguinte sucedia ao trono), esta Rainha os acompanhou, e os protegeu, contra quem os queria manipular para o seu próprio proveito. Ainda assim, temos muitas passagens de violência e de perseguição, pois várias personagens de influência os enganam com manipulações e intrigas.

Em Espanha, temos o Filipe II, Filipe I de Portugal, o rei mais rico da Europa, que como Cristão, se dedicou a tentar interromper o protestantismo. Nessa tentativa tentou invadir Inglaterra por mar, para tirar Isabel Tudor do trono, mas acabou por ser derrotado por uma pequena armada de Inglaterra.

Como se vê “Uma coluna de Fogo” tem todos os ingredientes de uma obra de sucesso. 
Recomendo, sem dúvida nenhuma.


Opiniões da Paula e do Vasco, de outras obras do autor:




Podem encontrar o livro aqui.



Esta é a muito aguardada edição ilustrada do terceiro livro da série clássica de J.K. Rowling, repleta de momentos mágicos recriados visualmente pela arte inconfundível de Jim Kay, vencedor da Kate Greenaway Medal.



Sinopse:
«O Senhor das Trevas está só e sem amigos, abandonado pelos seus seguidores. O seu servo acorrentado durante doze anos. Mas esta noite, antes da meia-noite, o servo libertar-se-á e irá juntar-se ao seu amo.»

Depois de um acidente mágico de grandes proporções, Harry Potter consegue fugir de casa dos Dursleys e de Little Whinging no Autocarro Cavaleiro, e agora teme estar metido em grandes sarilhos. Mas, no Ministério da Magia estão mais preocupados com Sirius Black, infame prisioneiro e fiel seguidor de Lord Voldemort, que se evadiu da fortaleza de Azkaban - dizem que persegue Harry! Por isso, o Ministério da Magia enviou os Dementors de Azkaban, com o seu terrível beijo sugador de almas, vigiar o recinto da escola.

No seu terceiro ano em Hogwarts, Harry é perseguido por rumores obscuros e presságios de morte, à medida que vai descobrindo novas verdades sobre o seu passado e se vê cara a cara com um dos mais devotados servos do Senhor das Trevas…

Editora: Editorial Presença
Nº Páginas: 328
Idade: 7 a 9 anos

O livro aqui na editora




UMA ALUSÃO A ACONTECIMENTOS REAIS
OCORRIDOS NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
O poder do amor e do instinto de sobrevivência, vivido de um modo fantasioso, até nos tempos mais sombrios


Sinopse:
Há guerra.
Há dor.
Mas há magia e há esperança.
Cracóvia, Polónia, 1939.
Por magia, uma boneca chamada Karolina adquire vida numa loja de brinquedos e torna-se amiga do amável e discreto fabricante de bonecas, que é também o proprietário da loja. Quando a ocupação nazi se abate sobre a cidade, Karolina e o Fabricante de Bonecas têm de recorrer à magia para salvar, custe o que custar, os seus amigos judeus dos perigos iminentes que pairam sobre eles. Reunindo uma atmosfera de magia, história, tradições e cultura local, esta impressionante narrativa fala-nos sobre como encontrar esperança e amizade nos lugares mais tenebrosos. 

Uma história juvenil, na linha de A Rapariga que Roubava Livros e O Rapaz do Pijama às Riscas. Muito imaginativa, pedagógica e de uma grande ternura.

Autor:
R.M. Romero vive no Colorado com a família e os seus animais de estimação. Estudou Escrita Criativa na Universidade de Southern Maine. Começou por querer ser professora de História; no entanto, trabalha atualmente num hotel assombrado, faz caminhadas e aproveita todos os momentos para escrever. O Fabricante de Bonecas de Cracóvia é o seu primeiro romance.

Editora: Editorial Presença
Nº Páginas: 288
Idade: + 12 anos


O livro aqui na editora


Um por todos e todos por um! 
Os Livros Estão Loucos na corte do rei Luís XIII



Os Livros Estão Loucos quer ser uma colecção irreverente e clássica ao mesmo tempo. Quer que os nossos miúdos leiam. E quer que nas primeiras leituras entrem logo em contacto com a melhor literatura. Quer que as nossas crianças ponham um pé no imaginário de aventura e beleza que os grandes livros ofereceram à humanidade. Os nossos miúdos, por serem nossos filhos e nossos netos, e porque muito os amamos, merecem o melhor que a humanidade tem. Os Três Mosqueteiros é, de espada em riste, o quarto livro da nossa colecção.

Isto é o que a editora Guerra e Paz quer dizer aos pais e aos avós: ponham os vossos filhos e netos a ler estes livros.

E agora vamos falar aos nossos leitores. Já estás a ler? Então bora lá: prepara a tua espada e junta-te à luta pelo bem, escapa aos inimigos e defende as donzelas em apuros.

É este o desafio de Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas, agora adaptado por Elizabete Agostinho para a colecção de literatura juvenil da Guerra e Paz, Os Livros Estão Loucos. A 18 de Outubro são um por todos e todos por um nas livrarias e locais de venda habituais. Sim, porque a colecção já conta com três outros títulos: Robinson Crusoé, Romeu e Julieta e Alice no País das Maravilhas.

Athos, Porthos e Aramis são os três valentes mosqueteiros ao serviço do rei Luís XIII neste fantástico livro de aventuras, espadas e intrigas em que a personagem principal é D’Artagnan, um jovem com muitos sonhos que partiu para Paris porque queria ser… mosqueteiro, claro! No século XVII, pertencer à companhia do senhor de Tréville, capitão dos mosqueteiros d’el-rei, era uma honra, só ao alcance dos mais bravos e corajosos.

E quem não quer defender também a rainha, Ana de Áustria, infanta de Espanha e Portugal? Dizem que ela se apaixonou pelo duque de Buckingham. Se o rei descobre, haverá guerra pela certa! Há também um enigmático homem com uma cicatriz na testa. Estará ao serviço de quem? E parece que o cardeal de Richelieu anda a tramar alguma…






Este mês de Outubro com o apoio da Editorial Presença, temos para oferecer aos participantes desta rubrica (em sorteio) um exemplar de Imagina Que Não Estou Aqui de Adam Haslett.



Sinopse:
Quando John, noivo de Margaret, é hospitalizado devido a uma depressão profunda, ela vê-se perante um dilema: avançar com os planos de casamento ou suspendê-los? Margaret decide casar. Esta história inesquecível desenrola-se a partir desse ato de amor. 

No centro da narrativa está o filho mais velho do casal, Michael, um jovem brilhante e apaixonado por música, mas atormentado por ansiedades e comportamentos disfuncionais. Ao longo de quatro décadas, os irmãos mais novos, Celia e Alec, lutam ao lado da mãe para cuidar da existência cada vez mais preocupante e precária de Michael. Alternando os pontos de vista de cada um dos protagonistas, Imagina Que Não Estou Aqui dá vida ao amor de uma mãe pelos filhos, à incontornável dedicação dos irmãos, às implicações do sofrimento de um pai no seio familiar. E não esquece uma derradeira questão: até onde podemos ir para salvar quem mais amamos? 

Combinando uma capacidade magistral de observação com um profundo sentido de humanismo, Adam Haslett revela ser um dos mais vibrantes romancistas americanos da atualidade.

Ficam as regras, para relembrar...
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.




Por aqui estamos a ler...

 



E vocês, o que estão a ler???

* Campanha válida de 13 a 15 de outubro de 2017, em todos os artigos exceto eBooks, apoio escolar e livros escolares e limitada ao stock existente.
Nos livros editados há menos de 18 meses, o desconto é de 10%, nos termos do regime jurídico do Preço Fixo do Livro. 


* Promoção de 20% de desconto imediato válida para encomendas registadas e pagas no dia 13 de Outubro de 2017. Aplicável a livros, exceto livros escolares e ebooks.
Nos livros publicados há menos de 18 meses o desconto é de 10% imediato.







E para uma sociedade cada vez mas acelerada, Augusto Cury traz-nos "Autocontrolo", um livro que nos fala como gerir as nossas emoções e stress. 
Eu gosto deste tipo de livros, acho que devemos ler muito sobre desenvolvimento pessoal. 
Se pararmos um pouco e olharmos em volta, analisarmos quem nos rodeia, especialmente os jovens, damos conta que a sociedade não vai bem. Todos nós sabemos disso, mas o facto é que poucos trabalham para fazer a mudança, a diferença! Cada vez mais é necessário trabalhar a pessoa, o ser... 

Eu vou ler, aliás sou fã do Augusto Cury!!



Chega esta semana às livrarias «Autocontrolo», o novo livro do autor de diversos best-sellers na área da psicologia Augusto Cury. Neste manual o psiquiatra e escritor brasileiro explica como vencer a Síndrome de Pensamento Acelerado, revelando os segredos para gerir o stress e para desenvolver o autocontrolo essencial para uma vida emocional saudável e plena.


«Autocontrolo» já é um best-seller internacional e promete revolucionar a visão sobre este tema que afeta e preocupa tantas pessoas em todo o mundo.
Domingos Freitas do Amaral

Domingos Freitas do Amaral, nasceu em Lisboa, a 12 de outubro de 1967.
É director da revista GQ, e cronista dos jornais Correio da ManhãRecord.
Formado em economia, e com Mestrado em Relações Internacionais na Universidade de Columbia em Nova Iorque, iniciou a sua carreira jornalística n’O Independente, tendo depois sido director da revista Maxmen. Como cronista, escreveu para o Diário de NotíciasGrande Reportagem e Diário Económico
Vive em Lisboa e é pai de duas raparigas e um rapaz.

Publicou igualmente cinco romances, todos na Casa das Letras:
 - Amor à Primeira Vista;
O Fanático do Sushi;
Os Cavaleiros de São João Baptista;
Enquanto Salazar Dormia
Já Ninguém Morre de Amor;

- Quando Lisboa Tremeu.

Sinopse:
Confia nas grades. Aproxima-te. Vou-te contar. Vá lá, aproxima-te, leitor. E tu, leitora. Não tenhas medo. Estou preso vai para três anos. Não vês as grades? Não te consigo tocar. Receias sequer olhar-me? Então escuta só, vou contar-te do escritor conceituado. Soube agora que sou seu filho. Não se lembra sequer da minha mãe, não sabia de mim. Recompôs-se, aceita-me, vem-me buscar. Vai-me conseguir a liberdade. É famoso, influente, já viste a minha sorte? Se me ouvires, vais saber que a mulher dele nem sonha que existo, vais ver o neto autista que ele finge não ver. Mais o padre que se dedicou a mim na prisão, que acredita que ainda vou a tempo, que jurou que não me deixa apodrecer aqui. O padre que me perdoa o crime horrível. Sim, o crime. Mas não te assustes. Não te afastes agora. Confia nas grades. Aproxima-te. Vou-te contar.

Opinião:
A narração desta obra vai “saltando” entre a história de Geraldo que está preso por matar o namorado da mãe, de Alexandre Vilar Raposo o escritor conceituado que vem a descobrir que é pai de Geraldo, e de Camila (filha legitima de Alexandre e Maria Antónia) que tem um filho autista. Esta obra é parte da história da família Vilar Raposo.
A forma como Geraldo se exprime, é como se estivesse connosco numa conversa frente a frente, em que usa o vocabulário (o calão) que provavelmente usam numa prisão, sem papas na língua, onde muitas das vezes de uma forma fria e provocatória, retrata o ser humano, sob vários aspectos, com os seus vícios e pensamentos, muitos dos quais também os temos (os leitores), não os manifestamos, mas estão lá e se alguém disser que os temos, negamos até ao fim.
Depois entramos nos pensamentos de Alexandre, muitas das vezes com a ajuda de Maria Antónia, sua esposa. Alexandre quer ser visto como uma pessoal inteligente e diferente de todas as outras, um artista intelectual, em que como ele não há igual. Na realidade é vaidoso e no seu íntimo é um ser gabarolas, e egocêntrico. Só se preocupa com ele e com os seus livros, e vive um medo constante de ser ultrapassado por outros escritores, mas tenta mostrar sempre aquilo que não é, como se fosse realmente modesto, que se interessa pelo próximo e que ama a sua família. A esposa só ao descobrir a existência de Geraldo e de saber que Alexandre a traiu e mentiu durante tantos anos, é que começa a ver o que ele é, e que ela já sabia e não queria ver. Mas apesar de tudo, não consegue se afastar dele, porque acha que está velha e já não pode ter uma nova vida. O vocabulário aqui é bem diferente do usado por Geraldo, mas mais uma vez ficamos envolvidos nesta história e as personagens parecem estar a “falar” e a manifestar os seus sentimentos para nós.
Quanto a Camila, está numa fase da vida difícil, descobre porque o seu filho Pedro tem um comportamento diferente das outras crianças. Ela e o seu marido já sabiam que algo de errado se passava com o menino, mas não o queriam admitir, o filho é autista. O marido não reage bem, sente-se impotente tal como ela, e acaba por enveredar pelo caminho mais fácil e vai embora sem avisar, e deixa Camila só com o filho. Aqui conhecemos as dúvidas, os medos e as dores de Camila e a espera incessante pelo regresso do marido, e das melhoras do filho como por magia.

Já há muito tempo que não era conquistada por completo por uma obra, como fui com esta. Como já disse atrás, a forma como está escrita envolve-nos de tal maneira, que parece que somos bons amigos das personagens e que estas estão a desabafar e a conversar connosco. Há muitos autores que o tentam, mas muito poucos o conseguem fazer como Rodrigo Guedes Carvalho conseguiu com esta obra.

Sem dúvida nenhuma que é uma excelente obra e a recomendo.

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