Filmes Vistos #9

Mais três filmes vistos!


 


Adorei!


Este mês de Maio, temos para oferecer com o apoio da Editorial Presença um exemplar da obra "A Pérola que Partiu a Concha" de Nadia Hashimi.

Para participarem, basta que comentem neste post (ou em todos os posts de segunda feira), o livro que estão a ler. Se participarem todas as segundas, têm mais possibilidade de ganhar!
Leiam as regras!


A minha opinião aqui

Cabul, 2007. Com um pai toxicodependente e sem um único irmão, Rahima e as irmãs só podem frequentar a escola esporadicamente e mal lhes é permitido sair de casa. 

A Rahima, resta a esperança proporcionada pela bacha posh, uma prática antiga através da qual as raparigas podem ser tratadas como rapazes, e adotar o seu comportamento, até terem idade para casar. Como filho, ela pode ir à escola, ao mercado e sair à rua para acompanhar as irmãs mais velhas. Rahima não é a primeira da família a seguir esta prática pouco comum. Shekiba, sua trisavó, já o fizera um século antes para tentar salvar-se. 

Os destinos das duas cruzam-se numa história, ao mesmo tempo, bela e triste que nos fala dacondição feminina num ambiente hostil. O que acontecerá a Rahima quando tiver idade para se casar? Como sobreviverá? E Shekiba, terá ela conseguido construir uma vida nova e mais digna? A Pérola que Partiu a Concha é a história de duas mulheres que lutam para sobreviver no Afeganistão.

Ficam as regras, para relembrar...
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

                                                        Por aqui estamos a ler...


 


E vocês, o que estão a ler??

Quem se acusa??



Para os interessados, este livro vai estar à venda na livraria Chiado no Porto, na livraria ABC em Espinho, e online aqui.
O dinheiro conseguido com a venda deste livro, vai reverter para diversas causas, nomeadamente para o cancro.



Sinopse
Vontade de Vencer.

Com esta minha Biografia pretendo levar ao conhecimento de todos os quanto se revêm nesta minha obra para que com ela, eles também tenham força de vencer.
Estou a ler "Hamsters de Biblioteca" do autor Fernando Évora.
A obra está fantasticamente ilustrada por Gonçalo Condeixa!
Parabéns aos dois!!



Perto da obra, está a nossa Diva (Pastor-alemão) que ficou curiosa enquanto eu tentava tirar uma foto!
Próxima leitura!


Coleção: Grandes Narrativas
Data 1ª Edição: 04/05/2017
Nº de Edição: 
ISBN: 978-972-23-6023-4
Nº de Páginas: 448


15 de junho de 1815, véspera da batalha de Waterloo. A alta sociedade inglesa está reunida em Bruxelas para participar no lendário baile oferecido pela duquesa de Richmond em homenagem ao duque de Wellington. Algumas horas depois, muitos dos jovens oficiais presentes morrerão no campo de batalha envergando ainda os seus uniformes de gala. Para Sophia Trenchard, a encantadora filha do principal fornecedor de Wellington, esta noite trágica marca para sempre o seu destino. 

Mas é apenas vinte e cinco anos mais tarde, quando a família se muda para o elegante bairro de Belgravia, recentemente construído, que as repercussões daquele acontecimento fatídico se farão sentir. Neste mundo em mudança, em que a aristocracia vive lado a lado com a classe emergente de novos-ricos, que surge com a Revolução Industrial, há quem esteja disposto a tudo para evitar que os segredos do passado ameacem os seus privilégios... 

Amores contrariados, intrigas, traições, vinganças, não esquecendo o papel dos serviçais.
Belgravia é um romance envolvente que revela o talento e o charme do autor de Downton Abbey.


Julian Fellowes é um multipremiado ator, escritor, realizador e produtor. Conquistou três prémios Emmy como criador, autor e produtor executivo da série de televisão Downton Abbey. É autor de Snobs e Past Imperfect dois romances bestsellers internacionais, e do argumento do filme Gosford Park, que lhe valeu um Óscar. Tem colaborado em muitos outros filmes, incluindo A Feira das Vaidades, A Jovem Vitória e Romeu e Julieta. Em 2011, foi nomeado membro vitalício da Câmara dos Lordes. Vive em Dorset e em Londres com a mulher, Emma.
Os direitos de Belgravia estão vendidos para cerca de 25 países.





Sinopse:

O que acontece quando um grande contador de histórias e um grande ilustrador se juntam? Uma história para sempre. "Eu Acredito" é um livro sobre a magia e o encanto de ser criança. Um menino que transforma as suas dúvidas em certezas e nos devolve a todos a esperança e a beleza da infância.


Opinião:
Eu Acredito”, é uma história que transmite a ternura, o encanto e a inocência de uma criança.
A personagem principal é um menino que relata o que vê e as suas ideias com fantasia e imaginação, e que acredita que realmente tudo é dessa forma. Por exemplo: "ele acredita que à noite, para adormecer, os carneiros contam pessoas".
Na contracapa do livro colocam uma pequena questão, ao pequeno leitor : “E tu, acreditas?”.

Este livro fez-me lembrar, um pequeno episódio do meu filho, com os seus  4 anos. Uma noite passamos  ao lado de uma central termoeléctrica a carvão, e  ao ver imenso vapor a sair das grandes chaminés, explicou à amiguinha que ia a seu lado, que aquele vapor era de um grande cozinhado, que um cozinheiro estava a fazer num grande fogão.  E era o que ele acreditava… as crianças têm sempre explicações engraçadas e cheias de imaginação para tudo, e o menino desta história é assim.

Recomendo…


Opinião:
Esta é a história de duas mulheres afegãs separadas por um século. Apesar da distância parecer muita a evolução no que diz respeito aos direitos das mulheres foi pouca, no entanto o risco de alcançar a liberdade é melhor que um cativeiro sofrido e é sobre o alcance desta liberdade arriscada (que deveria ser um dado adquirido há muito) que nos fala esta história!
Rahima e Shakiba (sua trisavó) desempenharam o papel de filha-filho - bacha posh - uma prática comum entre famílias que não têm filhos. Ter um filho, significa que têm alguém que pode ir à rua fazer compras, regatear preços, acompanhar as irmãs à escola. Ser filha significa que só vai à escola se os pais deixarem e tem de ir acompanhada do irmão, não poder sair à rua sozinha e muito menos falar com rapazes. Significa que aos treze anos já tem idade para casar, independentemente da idade do homem com quem casa. Significa que se for mãe só de meninas, será uma mulher desprezada pelo marido, pela sua família e pelas suas outras mulheres. Sim, o homem pode ter quantas mulheres queira, logo que tenha posses para as sustentar e dar abrigo. O que importa é ter mulheres que lhes dê filhos homem! As palavras amar e respeitar simplesmente não fazem parte do dia a dia destes homens! Portanto, entre viver desta forma e arriscar a vida por ser livre, mesmo que isto implique morrer, é sempre mais libertador do que viver sendo humilhada, espancada, violada e desrespeitada continuamente!

"Percebi aquilo que a minha mãe também sabia. Os homens podiam fazer o que quisessem com as mulheres" pág 125

A história de Shakiba é interessantíssima, mostra-nos muitas tradições de um Afeganistão mais distante. Com Rahima, apesar das mudanças se darem lentamente já se vislumbra uma pequena evolução no que diz respeito aos direitos das mulheres. No entanto, os seus direitos básicos estão longe de serem respeitados.
É uma história triste, porque sabemos que não é ficção. As personagens poderão sê-lo, mas as acções infelizmente existem!
Aconselho sem reservas, pois é necessário chamar a atenção do mundo para esta realidade que ainda se vive em pleno sec XXI!

O livro aqui na editora



Este mês de Maio, temos para oferecer com o apoio da Editorial Presença um exemplar da obra "A Pérola que Partiu a Concha" de Nadia Hashimi.

Para participarem, basta que comentem neste post (ou em todos os posts de segunda feira), o livro que estão a ler. Se participarem todas as segundas, têm mais possibilidade de ganhar!
Leiam as regras!



Cabul, 2007. Com um pai toxicodependente e sem um único irmão, Rahima e as irmãs só podem frequentar a escola esporadicamente e mal lhes é permitido sair de casa. 

A Rahima, resta a esperança proporcionada pela bacha posh, uma prática antiga através da qual as raparigas podem ser tratadas como rapazes, e adotar o seu comportamento, até terem idade para casar. Como filho, ela pode ir à escola, ao mercado e sair à rua para acompanhar as irmãs mais velhas. Rahima não é a primeira da família a seguir esta prática pouco comum. Shekiba, sua trisavó, já o fizera um século antes para tentar salvar-se. 

Os destinos das duas cruzam-se numa história, ao mesmo tempo, bela e triste que nos fala dacondição feminina num ambiente hostil. O que acontecerá a Rahima quando tiver idade para se casar? Como sobreviverá? E Shekiba, terá ela conseguido construir uma vida nova e mais digna? A Pérola que Partiu a Concha é a história de duas mulheres que lutam para sobreviver no Afeganistão.

Ficam as regras, para relembrar...
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

                                                        Por aqui estamos a ler...


E vocês, o que estão a ler?

Da autora tenho As Suspeitas do Sr. Whicher, mas não li, talvez seja a altura.



Kate Summerscale é uma autora com diversos êxitos internacionais e obras premiadas, sendo o mais notório dos seus livros As Suspeitas do Sr. Whicher. A autora regressa agora com O Rapaz Perverso, um misto de thriller, investigação criminal, relato de uma época e história formativa. Kate Summerscale faz uma pesquisa minuciosa e levanta temas apaixonantes, que explora com inteligência e paixão. Com uma narrativa elegante e ricamente detalhada, esta obra agarra de imediato o leitor, transportando-o à Londres da época Vitoriana para desvendar o mistério de uma criança assassina.*

* Texto enviado pela editora.

Colleen Hoover é já um nome bem conhecido das leitoras portuguesas. Todos os seus livros publicados têm sido um sucesso. Contudo, este é, sem dúvida, o seu livro mais aguardado.

Partindo de uma história passada real, Colleen Hoover constrói uma narrativa poderosa e forte, que não deixará ninguém indiferente.


«Aborda um assunto difícil com mão firme e confiante.» Huffington Post


Grande Vencedor do Prémio Goodreads

Melhor Romance de 2016


Sobre o livro:


O que te resta quando o homem dos teus sonhos te magoa?

Lily tem 25 anos. Acaba de se mudar para Boston, pronta para começar um nova vida e encontrar finalmente a felicidade. No terraço de um edifício, onde se refugia para pensar, conhece o homem dos seus sonhos: Ryle. Um neurocirurgião. Bonito. Inteligente. Perfeito. Todas as peças começam a encaixar-se.

Mas Ryle tem um segredo. Um passado que não conta a ninguém, nem mesmo a Lily. Existe dentro dele um turbilhão que faz Lily recordar-se do seu pai e das coisas que este fazia à sua mãe, mascaradas de amor, e sucedidas por pedidos de desculpa.

Será Lily capaz de perceber os sinais antes que seja demasiado tarde? Terá força para interromper o ciclo?




Sobre Colleen Hoover:

Colleen Hoover já atingiu o 1.º lugar no top de vendas do New York Times e comoveu muitas leitoras com os seus mais de dez livros publicados, incluindo Um Caso Perdido, Uma Nova Esperança, Amor Cruel, Confesso e 9 de Novembro, publicados em Portugal pela Topseller.

Os seus livros já foram traduzidos para cerca de 30 línguas. Colleen cresceu numa quinta, no Texas, casou-se aos 20 anos e tirou uma licenciatura em Serviço Social. Vive com o marido e os três filhos, à beira de um lago, no Texas.
Saiba mais em: www.colleenhoover.com. *

* Texto enviado pela editora


Já nas livrarias!



A DUQUESA ACIDENTAL, Madeline Hunter 

Um livro para todas as fãs fiéis dos romances femininos publicados pela ASA. A Duquesa Acidental, de Madeline Hunter,  uma das autoras com mais livros vendidos em Portugal, é o quarto volume da série O Quarteto Fairbourne.

Sobre o livro
Por vezes, perder tudo significa ganhar muito mais...

Lady Lydia Alfreton esconde um segredo: um manuscrito escandaloso, escrito por ela, e que a arruinaria se se tornasse público. Por azar, este texto proibido vai parar às mãos erradas, e Lydia torna-se alvo de um chantagista sem escrúpulos. Menos secreto é o seu pequeno (e único) vício. Pois Lydia é presença constante nas mesas de jogo da sociedade inglesa. Mas talvez resida aqui a solução para o problema... Desesperada, a jovem decide aceitar uma velha aposta que o arrogante duque de Penthurst lhe propôs. Se ganhar, vai poder pagar ao chantagista. Se perder, a sua inocência pertencerá a Penthurst, um homem a quem odeia profundamente...
Lydia está confiante, porque tem tido sempre sorte. Mas desta vez a Fortuna parece querer atraiçoá-la, pois perde a aposta. Agora, para além do chantagista, tem de lidar também com os avanços de um perigoso duque que está disposto a tudo para a ter como sua duquesa...

Sobre a autora

Madeline Hunter publicou o seu primeiro romance em 2000. Já foi por duas vezes galardoada com o prémio RITA, da Romance Writers of America.
Os seus livros figuram na lista dos mais vendidos do New York Times e USA Today e é uma das autoras favoritas da publicação Romantic Times. As suas obras encontram-se traduzidas para doze línguas, tendo vendido mais de seis milhões de exemplares.
Doutorada em História de Arte, é professora académica e vive nos Estados Unidos.


 


Opinião: Esta é mais uma excelente obra de Jodi Picoult. Uma obra que tem por tema o racismo.
Ruth Jefferson é uma obstetra afro-americana que na sequência do atendimento a um recém-nascido é acusada de crime. No decorrer da história vemos como todas as personagens (que facilmente associamos a pessoas que também estão ao nosso redor) lidam e tratam das questões do racismo. Nomeadamente o racismo explícito, em que se admite que se é racista e o racismo "escondido" (como lhe chamo) que é no fundo sermos racistas de forma inconsciente, mas como não pensamos nisto no nosso dia a dia, achamos, no nosso íntimo, que não existe. Porém quando refletimos sobre algumas atitudes, vemos claramente que o racismo está lá. E este é o objectivo primeiro deste livro: provocar a reflexão no leitor sobre essa grande questão que tem passado de geração em geração: o racismo!

"A escravidão não é a história negra - assinalo - É a história de todos" pág 313

E é sobre essa história de todos que a autora nos atinge e nos faz refletir!

EXCELENTE! Recomendo sem reservas!!

O livro aqui na editora




As minhas opiniões a outras obras da autora:

Sinopse:
Gianni Rodari é um nome incontornável da literatura infantil italiana e, mais uma vez, Anna Laura Cantone fez um trabalho extraordinário ao ilustrar um dos seus livros. A partir da antiga tradição da fábula, o escritor transformou os animais em personagens inconfundíveis, com vícios e virtudes do mundo moderno. O resultado é um conjunto de nove breves histórias hilariantes e muito pedagógicas. Os elefantes equilibristas, o gato vaidoso, a raposa manhosa, entre tantos outros animais, são apenas uma pequena parte deste elenco, que em vez de viver em cativeiro no jardim zoológico habita um espaço de liberdade e de fantasia.

Opinião:
Animais sem Jardim Zoológico”, o título foi muito bem escolhido, tal como a sinopse diz, este livro tem um conjunto de histórias em que os protagonistas são animais que vivem em liberdade e em fantasia, só que têm a particularidade de ter os vícios e as virtudes dos humanos. Em determinadas histórias o pequeno leitor pode-se identificar e aprender a agir de outra forma, pois todas têm um final pedagógico, em que o vaidoso e fanfarrão tem o seu castigo, e o mais inteligente e modesto se fica a rir.
Na história dos “Elefantes Equilibristas”, temos um gato fanfarrão e vaidoso, e cinco elefantes muito pacientes. Mas um dia o gato exagerou na sua fanfarronice, e os elefantes deram-lhe uma lição. O gato acabou por fugir com muita vergonha e nunca mais o viram.
Na “A Corrida das Tartarugas”, temos 12 tartarugas ciclistas, que vão participar numa corrida, e outras tantas que vão ajudar, mas como não se queriam cansar muito, pois eram muito preguiçosas, todas acabaram por adormecer e nenhuma chegou à meta.
Na do “Rato Cinzento, Cauda Espetada e Meio Bigode”, tem 3 ratos que recebem a herança do pai. Para um dos ratos não houve herança, o pai disse que ele teria de se desenrascar sozinho. E assim ele fez, no fim os outros dois ratos acabaram comidos pelo gato, porque se acomodaram e ele que usou o que tinha (a sua inteligência e astúcia) acabou por se salvar e o gato nunca o apanhou.
Ainda temos as histórias “O Cavalo Amestrado”, "O Árabe e o Camelo", "A Raposa Fotógrafa", "O Urso Bandido", "O Urso Pescador" e "A Raposa e a Cauda", em todas temos algo a aprender.


As ilustrações dos animais das diversas histórias, são muitíssimo engraçadas e originais, os mais pequenos vão gostar.

Este mês de Maio, temos para oferecer com o apoio da Editorial Presença um exemplar da obra "A Pérola que Partiu a Concha" de Nadia Hashimi.

Para participarem, basta que comentem neste post (ou em todos os posts de segunda feira), o livro que estão a ler. Se participarem todas as segundas, têm mais possibilidade de ganhar!
Leiam as regras!




Cabul, 2007. Com um pai toxicodependente e sem um único irmão, Rahima e as irmãs só podem frequentar a escola esporadicamente e mal lhes é permitido sair de casa. 

A Rahima, resta a esperança proporcionada pela bacha posh, uma prática antiga através da qual as raparigas podem ser tratadas como rapazes, e adotar o seu comportamento, até terem idade para casar. Como filho, ela pode ir à escola, ao mercado e sair à rua para acompanhar as irmãs mais velhas. Rahima não é a primeira da família a seguir esta prática pouco comum. Shekiba, sua trisavó, já o fizera um século antes para tentar salvar-se. 

Os destinos das duas cruzam-se numa história, ao mesmo tempo, bela e triste que nos fala dacondição feminina num ambiente hostil. O que acontecerá a Rahima quando tiver idade para se casar? Como sobreviverá? E Shekiba, terá ela conseguido construir uma vida nova e mais digna? A Pérola que Partiu a Concha é a história de duas mulheres que lutam para sobreviver no Afeganistão.

Ficam as regras, para relembrar...
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.


Por aqui estamos a ler...


E vocês, o que estão a ler?



Livros autografados

Tenho a confessar que sou muito “amiga” de promoções, e que geralmente só compro livros nessas alturas. Mas quando são escritores portugueses de que goste muito, não resisto e encomendo o livro ainda no pré-lançamento.

Desta vez o irresistível, foi o recente lançamento do autor João Tordo.
O livro vinha autografado e isso deu-me que pensar.

Para mim um livro autografado tem de ter um certo significado, mas este neste caso não tem significado algum.
E porquê?
Eu tenho poucos livros autografados, porque infelizmente na zona onde vivo, temos muito poucas apresentações de novos livros, e por vezes também por falta de disponibilidade minha de comparecer nesses eventos. Mas os que tenho autografados, fazem-me recordar algo com um certo carinho. Recordam uma parte da minha vida que se cruzou com aquele autor, uma tarde bem passada, rodeada por outras pessoas que partilham o mesmo interesse que eu, e o que o autor partilhou sobre o seu novo livro e por vezes dos antigos. Trazem-me uma boa lembrança. Para mim um livro autografado, com significado tem de ser assim.
Já um livro que encomendo online, que vem com um simples autógrafo, quando terminar de o ler, nunca mais me vou lembrar de tal coisa, porque por trás não tem qualquer “história”, não tem uma tarde bem passada, nem uma recordação boa com o autor.

E vocês o que acham??
Têm muitos livros autografados?  
E os que estão autografados trazem-vos boas lembranças, ou isso não tem qualquer significado para vocês?


O livro mais recente do autor João Tordo, que vinha autografado.




O "Galveias" de José Luís Peixoto. Embora não seja o livro que mais goste deste autor, vou guarda-lo sempre com carinho.




“Ás 9 no Meu Livro” da querida Sofia Castro Fernandes.




Sinopse:
Não podes parar o futuro, nem voltar atrás ao passado. A única maneira de perceberes o mistério... é carregando no play.

Clay Jensen não quer ter nada a ver com as cassetes gravadas por Hannah Baker. Hannah está morta. Os seus segredos foram enterrados com ela.

Mas a voz de Hannah diz a Clay que o nome dele está gravado naquelas cassetes e que ele é, em parte, responsável pela sua morte.

Clay ouve as gravações ao longo da noite. Ele segue as palavras gravadas de Hannah pela pequena cidade onde vive… e o que descobre muda a sua vida para sempre.




Citações
·         «Os leitores não vão conseguir parar de ler.» | Publishers Weekly
·         «Misterioso, belo e devastador.» | Chicago Tribune
·         «Brilhante e inesquecível.» | Kirkus Review
·         «Lê-se como um thriller de ritmo intenso.» | New York Times
·         «Pleno de suspense, uma leitura viciante.» | Entertainment Weekly
·         «Arrepiante, belo, avassalador.» | Chigado Tribune


Por Treze Razões é um romance intenso e sempre atual, adaptado a minissérie pela Netflix



Opinião:
 Este é um daqueles livros que chegado o fim da sua leitura, deixa-nos por muito tempo a pensar, e mesmo aos que não são pais, causa algum desconforto e impotência.
Ao longo do livro, vamos sentido o drama de Hannah. Hannah suicidou-se, mas antes disso deixou sete cassetes gravadas, com as treze razões/responsáveis pela sua morte. Assim vamos sabendo como tudo começou, e sentido o efeito bola de neve. Entretanto  sentimos medo e impotência, porque a personagem a partir de um determinado momento,  já nem tenta  mudar o curso da sua vida, e arranja mais motivos para lhe pôr fim.
É um tema assustador… frequentemente vemos nos noticiários a violência do bulling… violência física. E a violência psicológica??? Antes da violência física, o quanto psicologicamente essa criança/jovem já está afetado e há quanto tempo?? Qual o seu desespero e impotência, por não conseguir mudar a situação?
Hannak também sofre de bulling… mas psicológico (talvez tão ou mais violento que o físico)… aqui vemos como o ser humano por vezes é tão mau e mesquinho… como é que é possível denegrir-se a imagem de alguém mentindo, só para chamarem a atenção e serem bem vistos pelos outros??
E os pais?? Como ficam os pais?? Hannah escondeu sempre, para não os fazer sofrer… mas acabando por os fazer sofrer da pior forma...

Recomendo a leitura deste livro, tanto a adolescentes, como a adultos.

Podem ver algumas pequenas partes desta mini-série, para aguçar a vontade de lerem este livro. Aqui, aqui e aqui.



Também podem ler uma pequena análise da mini-série aqui.
Esta conquistou-me!




Li a sinopse, parece-me bastante interessante!

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