O Diogo enviou-me a sua obra para leitura e opinião no blogue...

A capa do livro é LINDA!!!!


Já comecei a leitura...
Para a semana temos opinião no blogue ^_^


Os avós conheceram-se no meio de uma guerra. Ele fazia poesia com a Natureza e ela tinha um magnífico cabelo que sorria.

Um divórcio, um caderno de recordações e uma aldeia longínqua, numa África utópica, talvez numa das ex-colónias portuguesas. É neste universo que o pequeno narrador se vê envolvido. E é com a sua ingenuidade e perspicácia que relata sonhos e perdas.

Através de uma escrita pueril, esta aventura transporta-nos para um infinito de possibili­dades, com o passado e o futuro a intersectarem-se sem qualquer rigidez cronológica e com o leitor a ser sugado para essa teia complexa que é a imaginação de uma criança sem nome.

Algures, bem no interior de uma savana, ficamos a conhecer Perdida, uma mulher cujo cabelo espelha um maravilhoso sorriso. Mas o narrador deambula também por uma qual­quer cidade, numa correria infernal e dramática, tentando evitar o divórcio dos seus pais, prisioneiro de uma paixão infantil não correspondida e sempre em confronto com a frivolidade do mundo dos adultos e as incoerências da vida.

Diogo Antunes nasceu em Lisboa a 20 de Janeiro de 1995. Cresceu nos subúrbios da capi­tal, onde actualmente vive. Frequenta o último ano da Faculdade de Direito da Universi­dade de Lisboa e tem como objectivo de vida dar sorrisos à sua mãe. A sua paixão é a vida. E a vida são as palavras que uma boca se esqueceu de dizer. Este autor não faz ideia dos contornos do seu futuro, mas sabe que a sua felicidade está dentro de um livro, empoeirado, por abrir.




Gostei da sinopse :)



«A Ordem Negra», novo thriller do autor norte-americano James Rollins, chegou hoje às livrarias portuguesas e promete não desiludir os fãs da série Força Sigma.

Este livro de cortar a respiração, conta a história de um sinistro incêndio numa livraria de Copenhaga que vai desencadear uma perseguição feroz por quatro continentes. Descobre-se um plano para roubar a Bíblia que em tempos pertenceu a Charles Darwin e o comandante Gray Pierce mergulha num mistério que remonta à Alemanha nazi… e às horrendas experiências realizadas num laboratório agora abandonado da Polónia.
Entretanto, um isolado mosteiro no Nepal é assolado pela loucura, quando os monges budistas se dedicam ao canibalismo e à tortura. A médica que se encontra a investigar o sucedido torna-se, de repente, o alvo de um assassino implacável.
Cabe a Gray Pierce e à Força Sigma denunciar uma intriga secular que ameaça destruir a ordem mundial e mudar para sempre o destino da humanidade.


«O corpo flutuava no lodo imundo que jorrava dos esgotos. Um cadáver de rapaz, intumescido e roído dos ratos, despojado de botas, calças e camisa. Nada era entregue ao desperdício na cidade cercada. Atrás do cadáver vinha o SS Obergruppenfüher Jakob Sporrenberg, afastando a porcaria à sua volta. Vísceras e excrementos. Sangue e bílis. O lenço molhado atado à volta do nariz e da boca pouco valia contra o fedor. Ao que chegara a grande guerra, com os poderosos obrigados a rastejar pelos esgotos para cionseguirem fugir. Mas ele tinha ordens a cumprir».
E eu a pensar que o gajo só cantava :P



Coração Mais Que Perfeito, o primeiro romance de Sérgio Godinho, chega às livrarias na sexta-feira, dia 24 de fevereiro, publicado pela Quetzal. A primeira apresentação do livro terá lugar no festival literário Correntes d’Escritas, na Póvoa de Varzim, no dia 25 de fevereiro, às 17h30.

Depois de Vidadupla, que reúne um conjunto de contos, o popular cantor e compositor, agudo cronista e bardo dos últimos quarenta anos portugueses traz-nos o seu primeiro romance, Coração Mais Que Perfeito.

O livro fala-nos de ilusões e de vidas perdidas, de amor, teatro, família, literatura, sexo, sobrevivência – e de uma paixão tão forte que atravessa a própria morte como um coração em chamas.

«Uma caixinha torneada, daquelas com que os humanos tentam fazer compreender a sua espécie às constelações mais longínquas. Trívia, artes musicais e pictóricas, ruídos tirados da natureza, de riachos, uma obra-prima da literatura em várias línguas, objectos do dia-a-dia, um bilhete para uma viagem romântica a dois, telemóveis com carregador, um saca-rolhas e uma garrafa de vinho jovem, e um preservativo, talvez o artefacto mais intrigante para qualquer extraterrestre.»


Sérgio Godinho é um dos músicos portugueses mais influentes dos últimos quarenta anos. Sobre si próprio disse: «Não vivo se não criar, não crio se não viver. Essa balança incerta sempre foi a pedra de toque da minha vida.»
Definitivamente não...





Autor de thrillers de leitura imparável, M. J. Arlidge é considerado uma das maiores revelações dos últimos anos dentro deste género literário.

«Viciante. O leitor revirará as páginas tão febrilmente quanto um prisioneiro inocente arranha a porta da sua cela.» – Daily Express

«Vertiginoso, tenso e emocionante.» - The Sun

«M. J. Arlidge é o novo Jo Nesbø..» - Judy Finnigan

«M. J. Arlidge criou uma heroína genuinamente nova… Não nos poupa a nenhum dos detalhes mais sombrios, tecendo-os numa teia que arrepia o leitor até aos ossos.» - Daily Mail

«Um thriller policial alucinante.» - Huffington Post



Sobre o autor:

M. J. Arlidge trabalha em televisão há mais de 15 anos, tendo-se especializado em produções dramáticas de alta qualidade. Nos últimos anos produziu um grande número de séries criminais passadas em horário nobre na ITV, rede de televisão do Reino Unido. Escreveu uma série policial para a BBC, além de estar a criar novas séries para canais de televisão britânicos e americanos.

Os seus livros anteriores – Um Dó, Li, Tá, À Morte Ninguém Escapa, A Casa de Bonecas, A Vingança Serve-se Quente e Na Boca do Lobo – todos êxitos de vendas internacionais, foram também publicados pela Topseller.



Finalmente vi o filme.
Li o livro, gostei muito. O filme, também gostei! Está muito bem conseguido!
Vejam que vão gostar e claro, primeiro leiam o livro ^_^

Se puder assistir, não perca o debate que se irá realizar na FNAC, cujo tema é violência escolar!



No dia 23 de fevereiro realizar-se-á uma tertúlia na FNAC do Centro Comercial Colombo, que terá como ponto de partida este livro para abrir o diálogo sobre a deteção e prevenção do bullying e de outros problemas relacionados com a violência escolar.
Tinha desafiado vocês aqui a fazer a leitura conjunta de Dr. Jivago de Boris Pasternak :)
Felizmente algumas pessoas alinharam!! O que é muito bom, pois assim podemos trocar impressões sobre este clássico e porque juntos ficamos mais motivados!
Vou colocar a minha opinião neste post e vocês colocam a vossa nos comentários para irmos "falando" 
:)

Quando concluírem a leitura e quiserem comentar, basta clicar na imagem da obra, na barra lateral direita, que serão reencaminhados para os posts da leitura conjunta. Depois, é só escrever na zona dos comentários.

Estas são as duas versões que eu tenho da obra.
Estou a fazer a leitura na versão de bolso. A qual está a ficar toda sublinhada e cheia de anotações ^_^



Pessoalmente, adoro ler os escritores russos. No entanto, há sempre uma dificuldade que surge quando começo as leituras. Esta dificuldade reside no facto do nome dos personagens! É que, para além de termos de fixar nomes que nos são muito estranhos, cada personagem tem 3 nomes (ex: Amélia Karlovna Guichard; Nikolai Nikolaievitch Vedniapine; Ivan Ivanovitch Voskoboinikov). Ao problema dos 3 nomes junta-se o facto do autor ir usando os três nomes de forma isolado à maneira que a história se desenrola. O que é que acontece? Como são apresentados, logo de início, vários personagens os nomes surgem todos ao mesmo tempo e às tantas começo a pensar que existem mais personagens do que as que realmente existem! Isto obriga-me a voltar atrás inúmeras vezes (nas primeiras 70 páginas do livro) para perceber realmente quem é quem (e, sim, eu também tomo notas num cadernos do nomes dos persongens). Nunca me esqueço de que quando comecei a ler o meu primeiro clássico russo "Crime e Castigo" que tive de começar a leitura da obra novamente quando já estava bastante avançada. E porquê?? Porque na minha cabeça já havia muitos personagens que realmente não existiam. E isto tudo devido aos nomes :)
E pronto, isto foi um à parte e vamos agora à obra concretamente:

Os comentário neste post têm spoilers 

Embora a história tenha variadíssimos personagens, vou aqui destacar aqueles que acho que têm um papel fundamental.

A história passasse na Rússia e a primeira data com a qual nos deparamos é 1903.
Logo, nas primeiras páginas, é-nos apresentado Iuri Jivago ainda criança e na altura em que perde a sua mãe. O enterro desta, é descrito de forma magestosa, percebe-se que não é qualquer pessoa que vai a enterrar, é alguém muito conhecido dos habitantes.  A cadência das palavras de Pasternak, durante este episódio reportam-nos para lá, para aquele enterro, para aquele gelo, para aquela tristeza. Iuri tem apenas 10 anos e fica orfã, pois o seu pai é um homem ausente, ele não tem, nem nunca teve a figura paterna perto de si e a sua mais que tudo morre. Tudo é triste, a própria natureza partilha dos sentimentos desta criança. Está tudo cinzento, chove como quem chora, e o vento é tanto que parece que se revolta contra todos os obstáculos que encontra!

Iuri, fica a cargo do seu tio (Nikolai) que já fora padre. Um homem de ideias livres e de mente aberta, tal como a sua irmã que acabara de falecer. Nikolai, sofre as represálias de uma sociedade de mente fechada, pelo facto de ter abandonado o sacerdócio.  Pasternak, utiliza este personagem para falar de Kant, Marx e Soloviou, com o objectivo de tecer críticas à socidade e às modas da altura.

"Mas a moda neste momento está em organizar círculos e associações de todas as espécies. O espírito gregário é sempre o refúgio da ausência de dons"

"(...) para procurar a verdade, é preciso cortar relações com todos aqueles que não a amam bastante" e assim é, durante algum tempo as dissertações de Nikolai sobre a vida e sobre a sociedade a seu redor. Palavras/frases cheias de significado, que impregnam à obra um cariz muito crítico, mostrando-nos assim, que este é mais do que um romance sobre o amor, amizade, traições, aventuras e desventuras. Esta é uma grande obra, por tudo o que Pasternak revela sobre a vida e a História através dos seus personagens.

Continuando...

Outro dos personagens que penso ter grande relevo na obra é Micha Gordon,  é um menino cujos pais são judeus. É-nos apresentado como uma criança que pensa de forma adulta num mundo de adultos. Ele não entende, e até certo ponto recusa aceitar, a sua condição de judeu. Não percebe a razão pela qual ter de ser algo que é tão criticado e muitas vezes representativo da própria humilhação! Há um excelente parágrafo que mostra os sentimentos de Micha:

"tanto quanto se lembrava, nunca cessara de se perguntar com espanto como é que os homens, dotados de pernas iguais, podiam ser tão diferentes uns dos outros e, até tão pouco agradáveis. Não compreendia uma situação em que, sendo uma pessoa pior do que a outra, não procure corrigir-se e melhorar, Que significa ser judeu? Porque existem judeus? O que é que recompensa ou justifica este desafio desarmado que só contém em si sofrimento?"

Micha, é uma criança com uma maturidade evoluída para a sua idade. Prevejo que seja um personagem de grande importância no romance. Despreza os adultos que criam problemas e que posteriormente não sabem resolvê-los. Ele e o seu pai (advogado) têm um breve contacto com o pai de Iura, momentos antes daquele se suicidar, atirando-se do comboio. É, neste capítulo (suicídio do pai de Iura), que Pasternak nos presenta mais uma "catrafada" de personagens cuja importância, só conseguimos perceber mais à frente. Por este motivo, tive de ir reler algumas vezes, este capítulo, para entender a importância e o impacto do que eu estava a ler mais à frente.

Micha, é das poucas personagens que contacta com o pai de Iura, antes daquele morrer. O carinho que demonstrado para com Micha, leva a crer que Iura era amado pelo seu pai. O pai de Iura, expia a sua culpa oferecendo prendas a Micha.

(espero não estar a ser confusa, mas não é fácil esmiuçar esta obra, até porque há tanta informação nas entrelinhas e tudo é tão importante...)

Na segunda parte do livro, é-nos apresentado Larissa (também chamada de Lara) e que de acordo com a sinopse é a personagem mais importante a seguir a Iura Jivago.
Numa primeira fase, Lara é apresentada como uma criança/moça, muito bonita que vive um romance com o suposto amante da mãe. Amante este que é advogado (e que acompanhava o pai de Iura no momento da morte, portanto, tudo interligado) Ao longo da leitura, a personagem Lara sofre várias modificações, sempre para melhor, tornando-se mais confiante e corajosa. Uma mulher com uma personalidade forte! O sentido e o valor da família afiguram-se como valores primordiais. 

Entretanto, muita coisa acontece, os nossos personagens crescem e tornam-se homens e mulheres uns mais fortes do que outros, uns mais fracos e outros ainda mais perspicazes. Iura forma-se em medicina e torna-se Dr. Jivago, Lara casa-se, mas o destino faz com que vá prestar serviços como enfermeira para a guerra. Entretanto, Jivago é destacado para trabalhar também no campo de guerra, tratando dos feridos! 
Temos uma Rússia em plena Primeira Guerra Mundial, uma Rússia fragilizada, onde a crise económica se faz sentir, temos um povo insatisfeito e com fome, o que origina várias revoluções.
Esta primeira parte que lemos, é uma parte bastante importante para o resto do romance, pois aqui assentam as bases do que vai acontecer! Apesar de estar a gostar muito da escrita do autor e da história em si, muitos dos acontecimentos são previsíveis.

___________________________


Agora é partir para a segunda parte combinada :)
Julgo agora ser mais fácil a leitura, uma vez que já estamos mais familiarizados com os nomes.


Bom dia a todos!

AVISO
Queria, antes de passarmos ao Monday, dizer-vos que esta tarde, a partir da 13h, estará on line o post da primeira parte da leitura conjunta Dr. Jivago!

Agora sim, vamos ao nosso Monday!
:)



Este mês de Fevereiro e com o apoio da Editorial Presença, temos para oferecer um exemplar de 
"A Imperatriz Da Lua Brilhante"
 de
Weina Dai Randel




SINOPSE
No palácio da China imperial, uma concubina aprende rapidamente as várias técnicas para conquistar o coração do imperador, o Único acima de Todos: pintar a cara de branco, desenhar um sinal de beleza, fazer penteados elaborados… Mei é convocada aos 13 anos para a corte do palácio na China imperial, uma honra que resgatará a sua família, outrora nobre e influente, da miséria. 
Porém, ela rapidamente descobre que para se aproximar do imperador e conquistar o seu coração terá de ultrapassar obstáculos perigosos. Como desconhece a arte da sedução, no dia do aniversário do imperador, Mei oferece-lhe um presente singular: uma adivinha. Porém, quando lhe parecia que estava em posição de seduzir o homem mais poderoso da China, Mei apaixona-se por Faisão, o filho mais novo do imperador. Contudo, uma tentativa de assassinato ao imperador provoca uma luta terrível pelo poder na corte imperial. E Mei terá de se servir das suas excelentes capacidades de inteligência, sabedoria e engenho para escapar e salvar o amor da sua vida. 
Baseando-se em factos reais, Weina Dei Randel pinta de forma notável o quadro da China antiga, em particular da corte imperial, em que o amor, a ambição, a intriga e os jogos de poder podem determinar a vida ou a morte.

Ficam as regras, para relembrar...
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.

O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.


Por aqui estamos a ler...



E vocês, o que estão a ler?

A vencedora é...


Gizela Margarete Gomes Mota

A vencedora vai receber o livro...







Margaret, tem 30 dias a contar de hoje para reclamar o livro, enviando os seus dados para o mail do blogue
viajarpelaleitura@gmail.com



A Vencedora é...

Luísa Mano Brandão

Luísa tem 30 dias para reclamar o livro a partir da data de hoje, enviando os seus dados para o mail do blogue viajarpelaleitura@gmail.com 

Relembro à "Nany" que ganhou o livro "O Carrinho de Linha Azul" que ainda não reclamou a obra. Tem 15 dias a partir da data de hoje. 


E pronto, fiquem atentos que em breve teremos mais um passatempo relâmpago!!!!

A HISTÓRIA DO ESPIÃO QUE ESTEVE 
NA ORIGEM DA MÍTICA PERSONAGEM JAMES BOND 
NA TOCA DO LOBO
de Larry Loftis 

Na Toca do Lobo é um relato incrível de espionagem, 
mentiras e altos riscos. É uma história de subterfúgios 
e sedução, patriotismo e coragem. É a história 
de Dusko Popov – a inspiração para James Bond.


CASINO ESTORIL – MAIO DE 1941

O ambiente no casino estava ao rubro. Um misterioso jogador sérvio não dava qualquer hipótese aos seus adversários. Tratava-se de um agente duplo britânico, Dusko Popov, e o dinheiro que apostava pertencia aos súbditos de Sua Majestade. Ian Fleming, que alcançaria a fama enquanto escritor das aventuras do famoso agente secreto 007, assistia com interesse ao desenlace de tamanha proeza.
Desde muito cedo, Popov destaca-se como um rebelde playboy. É expulso da escola preparatória de Londres e, mais tarde, preso e banido da Alemanha por fazer declarações desfavoráveis ao Terceiro Reich. Começa então a verdadeira aventura da sua vida ao transformar-se no mais charmoso e bem-sucedido dos espiões, servindo três poderosos mestres de guerra: Abwehr, MI5 e MI6 e FBI.
A 10 de agosto de 1941, os alemães enviaram Popov aos EUA para construir uma rede de espionagem e reunir informações sobre Pearl Harbor. Desiludido com J. Edgar Hoover, que ignorou os seus avisos sobre o interesse dos japoneses em Pearl Harbor, regressou à sede dos serviços alemães em Lisboa. Mantendo o jogo duplo, conseguiu ajudar o MI5 a lograr a Abwehr sobre a invasão do Dia D.
Sob a «máscara» de diplomata jugoslavo, viveu intensamente as mais perigosas aventuras e saiu ileso de todos os conflitos.

***

Lançamento 

17 de fevereiro
sexta-feira, 18h
Casa Sommer, Cascais

Apresentação de Irene Pimentel


Larry Loftis licenciou-se em Ciências Políticas e obteve o mestrado em Direito na Universidade da Florida. Foi professor adjunto e editor executivo da revista de Direito da mesma faculdade.
Amplamente reconhecido enquanto advogado, Larry Loftis publicou inúmeros artigos de referência de natureza jurídica.
Autor de dois livros de não-ficção, é um homem multifacetado, apaixonado por desporto, viagens, música (particularmente bossa nova) e culinária.
Se há coisa que eu tenha de ter sempre na mala é uma mola de cabelo.
Mas não é uma mola de cabelo qualquer. São das pequenas e nem sempre são fáceis de encontrar. Como o meu cabelo é tipo juba, ando (quase sempre) com um pedaço de cabelo apanhado!
Mas, e isso agora é que é importante, AS MINHAS MOLAS TEIMAM EM DESAPARECER (como num passo de mágica)  CÁ DE CASA PARA TODO O SEMPRE !
As vossas também desaparecem ou é só um problema meu??

-_-

Sabem aqueles filmes que não são necessários muitos personagens??
Pois é, este é um destes!
Basicamente só é necessário contratar o tubarão e a surfista e depois é tudo o que se espera que um filme de tubarões seja.

Ainda assim gostei!



Neste mês de Fevereiro, a editora “Casa das Letras” do grupo LEYA 
vai colocar nas livrarias dois romances de João Morgado.





Reedita o “Diário dos Infiéis”, de 2010, romance de estreia do autor, 
e lança a primeira edição do “Diário dos Imperfeitos”, prémio Literário Vergílio Ferreira 2012.

Entretanto, estas duas obras foram já adaptadas para teatro pela ASTA – Associação de Teatro e outras Artes.

DIÁRIO DOS INFIÉIS
Nunca fica tudo dito sobre um amor que acaba.
O mais puro erotismo da literatura portuguesa actual.



​Um romance maduro sobre homens e mulheres, casamento e infidelidade, desejo e amor. A solidão entre duas pessoas e o que ficou por dizer depois do adeus.
Numa viagem ao mundo do erotismo, descobrem que tudo se resume ao desejo ou à falta dele. E num diário de emoções íntimas, quatro casais, oito personagens, falam na primeira pessoa do que sentem dentro de si e em relação aos outros. Concluem que, cada um à sua maneira, todos acabaram por ser infiéis: por actos, pensamentos ou omissões. Um pecado que lhes valeu o castigo de não serem felizes para sempre.

Mas o que os faria felizes? Não sabem. Estão presos aos segredos do passado e aos medos do futuro. Por isso o espelho reflecte homens frágeis, acomodados e instintivos; Mulheres emocionalmente imaturas, reprimidas e artificiais.

Com vidas entrelaçadas, cada um escreve no diário a sua viagem pelo mundo do sexo, do desejo, do pudor, do egoísmo, do amor-próprio, do envelhecimento, do sonho e da morte… enfim, a matéria-prima da qual se faz a vida de gente banal. “Sobre nós ninguém escreverá um romance”, diz um dos personagens.


Excerto:

"As mulheres são um cheiro. É pelo cheiro que as catalogamos no íntimo arquivo dos desejos. «A que cheira uma mulher?», perguntou-me, um dia, a Diana. «Uma rosa cheira a rosa. Um cravo cheira a cravo. Não sei a que cheira uma orquídea. Mas sei que todas as orquídeas cheiram igual», respondi. Já as mulheres, nenhuma repete o cheiro. As que nos refrescam têm cheiro de rio, as que nos enchem têm cheiro de mar. Todas as mulheres têm um cheiro húmido. Como a boca. Como o sexo. Só gostamos de uma mulher quando gostamos do seu cheiro. Quando tudo nos leva a bebê-la, como um chá quente, excitante, aromático. Se não gostarmos do seu cheiro, não conseguimos amá-la, nem na pele nem na alma. Podemos ser amigos, companheiros, nunca amantes. Amar é beber um cheiro. É transportá-lo para dentro de nós. Amamos uma mulher quando cheiramos ao seu cheiro…”

DIÁRIO DOS IMPERFEITOS
O que é mais importante na nossa vida? O amor ou o desejo? A moral ou o prazer?
Todas as pessoas são imperfeitas!



«Diário dos Imperfeitos» é uma viagem à intimidade das pessoas. Vítima de um acidente, a “Gaivota” é uma mulher que precisa de redescobrir todas as emoções sequestradas dentro de si. Ao mesmo tempo, reaprende a conhecer o seu corpo - uma aventura refreada pela moral, pela sombra do pecado, e pelo medo que pode levar à própria insanidade. Uma luta interior entre o bem e o mal, que leva a uma inevitável conclusão: todas as pessoas são imperfeitas!
Como irá reagir de novo à sua realidade? Voltará a ser quem era? E os que estão a seu lado, como vão sobreviver a esta viagem? Uma escrita intimista, que procura descortinar os sentidos e as emoções dos diferentes personagens. Do prazer mais carnal ao amor puro, passando pela falsa moral da sociedade e da religião.
Pelo meio, a filosofia simples de duas personagens inusitadas - a mulher que lê pensamentos e um pintor de sóis na parede. São eles que levam o narrador a perceber os sentimentos da “Gaivota” e nos ajudam a reflectir sobre temas tão controversos como o amor, o desejo, o sentimento de culpa ou o próprio nojo.

Excerto:

«…Porque não nos amamos aqui na calçada do passeio? Primeiro nas pedras brancas e depois nas pedras pretas e assim sucessivamente até casa? Quantas pedras temos para nos amar, da beira-mar à beira-cama? Da beira-quero-te à beira-tenho-te? Quantas pedras? Brancas? Pretas? Quantas?
Emília, tenho sede da tua pele, da tua pele mais branca, mais íntima, mais húmida, mais virgem, da tua pele mais pecadora, da tua pele mais pele, da tua pele de corpo, nua, crua, onde possam chover beijos da minha língua sedenta, lambidos, desavergonhados à beira-das-bocas em que se entra em ti, à beira-de-dentro-de-ti. (…)»

«As mulheres caladas são perigosas. Comem as palavras e transformam-nas em veneno», filosofava o pintor. «Devemos calar uma mulher com um beijo, mas nunca se deve beijar uma mulher calada. É perigoso, muito perigoso…», repetia enquanto dava cor às paredes. «Dentro de uma mulher cabe um homem, cabe um filho, cabe o mundo inteiro se preciso for… menos as palavras. As mulheres não foram feitas para terem palavras dentro delas. Por isso falam tanto. Precisam falar para não morrerem envenenadas…»

O Fugitivo, Mason Cross



«Alucinante! A não perder.» Daily Mail

«Um thriller de tirar o fôlego.» Morning Star


Depois da publicação de O Caçador e O Samaritano, O Fugitivo completa a série Carter Blake.



Sobre o livro:

Ele era um deles… Agora, é um alvo a abater.

Há cinco anos, Carter Blake abandonou a organização secreta governamental para a qual trabalhava, a Winterlong, com uma condição: ele prometia não divulgar o tipo de operações duvidosas que realizavam e em troca deixavam-no viver em paz. Mas a liderança da Winterlong mudou e agora eles querem-no fora de cena, de vez.

Alheio a este facto, Blake, que passou a dedicar-se a encontrar pessoas que não querem ser encontradas, aceita um novo serviço: procurar Scott Bryant, que roubou à empresa de software onde trabalha um programa que promete revolucionar as redes sociais. A missão não é das mais difíceis e Blake descobre rapidamente o paradeiro do ladrão desaparecido.

Quando se prepara para trazer Bryant de volta, juntamente com o software roubado, Blake recebe uma mensagem misteriosa, que o leva a concluir que a sua antiga organização anda atrás dele. É então que Blake passa de caçador a presa e tudo muda. Restam-lhe duas opções: fugir para sempre ou virar o jogo a seu favor e acabar de vez com a Winterlong. O confronto com o passado é inevitável, mas conseguirá ele sobreviver?


Sobre o autor:

Nasceu em Glasgow, na Escócia, em 1979. Licenciou-se em Línguas e fez uma pós-graduação em Tecnologias de Informação, o que lhe permitiu descobrir que tem muito mais êxito com as palavras do que com os computadores.


Sempre se dedicou à escrita, sendo autor de um número considerável de contos policiais, incluindo A Living, que foi finalista do prémio Quick Reads «Get Britain Reading».

Este mês de Fevereiro e com o apoio da Editorial Presença, temos para oferecer um exemplar de 
"A Imperatriz Da Lua Brilhante"
 de
Weina Dai Randel



SINOPSE

No palácio da China imperial, uma concubina aprende rapidamente as várias técnicas para conquistar o coração do imperador, o Único acima de Todos: pintar a cara de branco, desenhar um sinal de beleza, fazer penteados elaborados… Mei é convocada aos 13 anos para a corte do palácio na China imperial, uma honra que resgatará a sua família, outrora nobre e influente, da miséria. 

Porém, ela rapidamente descobre que para se aproximar do imperador e conquistar o seu coração terá de ultrapassar obstáculos perigosos. Como desconhece a arte da sedução, no dia do aniversário do imperador, Mei oferece-lhe um presente singular: uma adivinha. Porém, quando lhe parecia que estava em posição de seduzir o homem mais poderoso da China, Mei apaixona-se por Faisão, o filho mais novo do imperador. Contudo, uma tentativa de assassinato ao imperador provoca uma luta terrível pelo poder na corte imperial. E Mei terá de se servir das suas excelentes capacidades de inteligência, sabedoria e engenho para escapar e salvar o amor da sua vida. 

Baseando-se em factos reais, Weina Dei Randel pinta de forma notável o quadro da China antiga, em particular da corte imperial, em que o amor, a ambição, a intriga e os jogos de poder podem determinar a vida ou a morte.

Ficam as regras, para relembrar...
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.

O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.


Por aqui estamos a ler...

  

E vocês, o que estão a ler??


primeiro volume da Bíblia (Novo Testamento: Os Quatro Evangelhos), na nova tradução de Frederico Lourenço, já ultrapassou os 20.000 exemplares vendidos.

Esta foi a primeira vez que se publicou uma versão da Bíblia para todos os leitores, crentes e não crentes, traduzida diretamente do Grego – trata-se da Bíblia mais completa da nossa Língua, apresentada pelo mais importante e prestigiado dos tradutores do Grego clássico, Frederico Lourenço, Prémio Pessoa 2016.


No próximo mês de março será publicado o segundo volume da Bíblia (Novo Testamento: Atos dos Apóstolos, Epístolas, Apocalipse).



E quem é a moça que está à janela??

Esta é uma obra que eu gostaria de ler!!



Stephen Hawking é um dos mais consagrados cientistas de sempre. O trabalho notável que tem desenvolvido ao longo dos anos na área da cosmologia contribuiu para uma melhor compreensão sobre o funcionamento dos buracos negros, tendo as suas teorias mudado a forma como vemos o Universo. Muitas das suas teses têm desafiado o mundo científico e, sobretudo, posto em causa a própria noção do tempo e a existência de um deus.

É o homem que foi dotado de uma mente extraordinária, ao mesmo tempo que foi traído pelo corpo. Na sua superação de inúmeras adversidades clínicas — poucos médicos imaginavam que chegaria aos 30 anos de idade, quanto mais aos 70 —, a sua história é simultaneamente trágica e heroica. A sua luta toca-nos as cordas sensíveis do coração, ao mesmo tempo que nos enche de esperança de que tudo é realmente possível. Na franqueza das suas próprias palavras, «ninguém consegue resistir à ideia de um génio inválido».

Pensar como Stephen Hawking (Daniel Smith l Vogais) pretende abordar o homem por detrás da ciência e além da celebridade. Embora tenha necessariamente de fazer referência à sua ciência nas páginas que aqui se seguem, o meu objetivo é antes explorar a sua personalidade, o modo como se dedicou à sua carreira e o que o motiva e inspira. Este é o mais recente livro da série Pensar como e, com cada novo volume, não consigo evitar sentir espanto face ao facto de estes indivíduos exibirem não apenas capacidades e traços de personalidade extraordinários que os distinguem dos outros, como também as fragilidades e as falhas de caráter que, em última análise, fazem com que sejam «como nós. – Daniel Smith



«Poderá existir uma história em que a Lua é feita de queijo roquefort. Mas observámos que a Lua não é feita de queijo, e isso são más notícias para os ratos.» - Stephen Hawking

«A vida seria trágica se não tivesse tanta piada.» - Stephen Hawking

«Fico satisfeito por ver que um livro sobre ciência compete com livros de memórias de estrelas pop. Se calhar há esperança para a raça humana.» - Stephen Hawking sobre o livro Breve História do Tempo

«Sou obcecado pelo tempo. Se eu tivesse uma máquina do tempo, visitaria a Marilyn Monroe no seu auge ou surpreenderia Galileu enquanto ele apontava o telescópio para o céu. E talvez viajasse até ao fim do Universo, para saber como termina toda a nossa história cósmica.» - Stephen Hawking



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