As loucuras, manias e excessos dos grandes génios da literatura



SINOPSE

SERÁ QUE UM LOUCO PODE ESCREVER UMA OBRA-PRIMA?

Os especialistas em literatura afirmam que a vida dos autores não tem utilidade para compreender os seus livros. Mas os estudos sobre as grandes obras literárias acabam sempre por explicá-las através da vida e personalidade dos escritores. Kafka era um hipocondríaco vegetariano com um gosto suspeito por menores; Eça de Queiroz, um mulherengo vaidoso com tendência para o cinismo; Camilo Castelo Branco, um maníaco-depressivo, com tendência para o jogo; Dickens manteve uma amante secreta e expulsou a mulher de casa; Gogol era um fanático religioso e um homossexual reprimido; Dostoiévski arruinou financeiramente a família no casino.

Sendo assim, será que a chamada grande Literatura nos pode ensinar alguma coisa sobre a vida? Os Vícios dos Escritores é uma viagem rara e surpreendente sobre os segredos da Literatura, os enigmas da beleza e as imposturas da crítica literária.



SINOPSE
As nossas almas na noite é uma pequena jóia literária: uma história breve, comovente, agridoce, mas inspiradora e bem-humorada, sobre as segundas oportunidades na vida, mesmo quando parece ser tarde demais.

Em Holt, uma pequena cidade do Colorado, Addie Moore faz uma visita inesperada a Louis Waters, seu vizinho. Viúvos, às portas da velhice, ambos tentam acomodar-se a uma vida diferente, nas casas agora vazias. O mais difícil de suportar são as longas noites solitárias. Addie não está disposta a aceitar uma vida tão cinzenta, e então propõe a Louis que ele passe a dormir em sua casa, para ambos terem alguém com quem conversar à noite. Perante tão inesperado convite, Louis não tem opção senão aceitar. Pouco a pouco, Louis e Addie vão despindo a alma nessas noites, revivendo os sonhos da juventude, as doçuras e amarguras do casamento, as esperanças do passado, os medos do presente. Noite após noite, os dois estão cada vez mais certos de querer passar juntos o resto dos seus dias. Neste aclamado romance, que terminou poucos dias antes de morrer, Kent Haruf retrata com ternura e delicadeza as segundas oportunidades e a emoção de redescobrir os pequenos prazeres da vida que podem ganhar um novo sentido mesmo quando parece ser tarde demais.


CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Absolutamente encantador, destilado até à mais elementar pureza… é uma obra tão terna, tão polida, que parece nem teríamos direito a uma tão grande bênção.» The Washington Post

«Este romance é como luz que se segue ao pôr-do-sol numa noite de Verão, quando o céu ainda está claro e há muito para ver, se nos dermos ao trabalho de olhar.» The Seattle Times

«Um escritor que possui uma originalidade deslumbrante. Fala pausadamente, com intimidade mas com contenção. Haruf é muito cuidadoso a contar uma boa história. E esta é uma boa história, boa de forma simples; destila verdade.» The Guardian

«Os romances de Ken Haruf estão impregnados de um afeto e de uma compaixão tais que transformam os pormenores mais banais em poesia. Como a luz quente que sai da janela de Addie, o romance de Haruf é um raio de esperança. Este autor vai fazer muita falta.» Financial Times

«As segundas oportunidades sempre foram um tema caro a Haruf. Mas neste livro sobre o amor e o luto, escrito nas derradeiras horas, o autor produziu a sua mais intensa evocação desses temas. Nestas breves páginas estão todas as questões importantes que se levantam na aurora da vida.» The Boston Globe

«Há muita sabedoria neste pequeno livro, polido até ao essencial… Uma pequena jóia, discreta escrita numa linguagem tão simples que até brilha.» The Sidney Morning Herald

«O grande tema deste autor foi sempre o conflito entre a decência e a pequenez, e ele era especialmente brilhante a fazer dessa decência um tema comovente… Os leitores darão graças por ter lido este livro, que é uma ode às coisas simples mas profundas.» The New York Times book Reviem

«Breve, espartano e comovente…» The Wall Street Journal

«As nossas almas na noite é um belíssimo último capítulo de uma obra que valorizou a resiliência acima de tudo. Com este livro, Haruf oferece aos leitores um mapa do futuro, que não é fácil nem indolor, mas que não precisa de ser solitário.» Esquire

«Um presente de despedida de Kent Haruf, que nos recorda quanto sentiremos falta da sua escrita extraordinária, da pequena cidade de Holt e das suas pessoas.» The Denver Post
70.º aniversário de O Diário de Anne Frank








sinopse:

«12 de junho de 1942: Espero poder confiar-te tudo, como nunca pude confiar em ninguém, e espero que venhas a ser uma grande fonte de conforto e apoio.»

No verão de 1942, com a ocupação nazi da Holanda, Anne Frank e a família são forçados a esconder-se. Durante dois longos anos, vivem com um grupo de outros judeus num pequeno anexo secreto em Amesterdão, temendo diariamente ser descobertos.

Anne tinha treze anos quando entrou para o anexo e levou com ela um diário que manteve no decorrer de todo este período, anotando os seus pensamentos mais íntimos, os seus receios e esperanças, e dando conta do dia a dia da vida em reclusão.

Em 1947, após o fim da Segunda Guerra Mundial — a que Anne não sobreviveria —, o seu pai publicou este diário, um documento inspirador que é ainda hoje um dos livros mais acarinhados em todo o mundo e uma obra marcante na história do século xx.

Lançada mundialmente em celebração do 70.º aniversário de O Diário de Anne Frank, esta é a sua primeira adaptação para banda desenhada, realizada com a autorização da família e tendo por base os textos originais do diário.


Começou o ano letivo (4º ano) do meu mais que tudo. E já estivemos os dois a organizar os livros que ele vai estudar nas aulas de Português, e que nos próximos tempos vão aparecer por aqui no blogue ;)

Só espero que ele goste e se divirta com estas leituras, tanto como eu J

Um bom ano letivo para todos J


“A Maior Flor do Mundo” de José Saramago




“O Beijo da Palavrinha” de Mia Couto




“Três Contos de Andersen” de Hans Christian Andersen




“Versos de Cacaracá” de António Manuel Couto Viana




“Mistérios” de Matilde Rosa Araújo




“O Gigante Egoísta e O Príncipe Feliz” de Oscar Wilde





“Teatro às Três Pancadas” de António Torrado


George R. R. Martin

George R. R. Martin, nasceu em Bayonne – Nova Jersey – EUA, a 20 de setembro de 1948.
Trabalhou dez anos em Hollywood como escritor e produtor de diversas séries e filmes de grande sucesso.

Autor de muitos bestsellers, foi em meados dos anos 90 que começou a sua mais famosa obra: A Guerra dos Tronos. É a saga de fantasia mais vendida dos últimos anos e os direitos de televisão acabaram por ser vendidos à HBO - a produtora de Sopranos e Sete Palmos Abaixo de Terra.


Sinopse:
Com apenas dezoito anos, Vitória torna-se rainha da mais poderosa nação do mundo.

Mas será monarca de pleno direito ou uma marionete nas mãos da mãe e do sinistro Sir John Conroy? Conseguirá esta jovem frágil fazer-se respeitar por homens como o seu tio, o Duque de Cumberland, que consideram as mulheres demasiado histéricas para governarem? Todos querem vê-la casada, mas Vitória não tenciona casar por conveniência com o seu primo Alberto, um tímido devorador de livros, que nem sequer sabe dançar. Ela prefere reinar sozinha, apoiada pelo seu Primeiro-Ministro, Lord Melbourne, com idade suficiente para ser seu pai, mas o único que consegue fazê-la rir e que acredita que ela virá a ser uma grande rainha.

Vitória - A Jovem Rainha é um romance histórico, com enorme atenção ao detalhe e uma pesquisa que parte da correspondência e diários da própria rainhaDaisy Goodwin é também a autora do argumento da série televisiva Vitória.


Citações:
«A pesquisa e a atenção ao detalhe, desde o protocolo ao vestuário, são irrepreensíveis e dão vida à rainha Vitória, uma figura histórica formidável.» | Sunday Mirror

«Irresistível. Um romance histórico rico e apaixonante.» | Publishers Weekly

«Daisy Goodwin consegue criar suspense a partir da vida íntima da rainha Vitória tal como esta se nos apresenta na sua correspondência e diários, e faz jus à inteligência e independência que fizeram dela uma das maiores monarcas da história.» | The Times


Opinião:
Embora Daisy Goodwin para a escrita deste romance e da série televisiva, tenha feito uma pesquisa baseada na correspondência e diários da própria Rainha, tive alguma curiosidade e estive na Net a fazer a minha própria pesquisa, para saber se o que iria ler nesta obra “batia” certo com a informação que tinha ou se iria ser demasiado fantasiosa, para atrair o leitor. Não encontrei discrepâncias, realmente o dia-a-dia dos dois primeiros anos de reinado da Rainha Vitória passaram-se como esta obra nos retrata.
A leitura desta obra é muito simples e fluida, penso que para aqueles leitores que “acham” que os romances históricos se tornam demasiado “massudos”, podem-se “atrever” a pegar nesta obra, e vão ter uma alegre surpresa.
Adorei esta pequena Rainha, que tão nova teve de subir ao poder, mas que nunca se deixou influenciar, nem teve medo, de quem apenas tinha segundas intenções e a queria influenciar para o seu próprio proveito (jogos de poder). É uma rainha e mulher inteligente e de personalidade muito forte, o que para a altura não é nada comum. Nessa altura, era muito difícil, mesmo para uma rainha fazer valer as suas razões e ideias, para a maioria dos homens, as mulheres eram mais um adorno e “úteis” para a procriação.  

Gostei bastante, uma leitura bastante interessante.





O livro aqui na editora




No dia 28 de setembro a Porto Editora publica As Duas Vidas de Sofia Stern, de Ronaldo Wrobel, um romance narrado entre a Alemanha dos nossos dias e a das vésperas da II Grande Guerra.


Empenhado em criar um romance envolvente e fiel ao rigor dos acontecimentos históricos, o autor investigou centenas de documentos e viajou para a Alemanha para entrevistar sobreviventes das atrocidades do regime nazi. Bem-recebido pela crítica brasileira, com romances publicados em 7 países europeus e finalista do Prémio São Paulo de Literatura em 2011, Ronaldo Wrobel apresenta-se agora em Portugal com este romance misterioso e pleno de suspense.
Para beijar África: a África das artes e da cultura


Nas livrarias a 20 de Setembro

Sinopse:
A fotografia, a arte, a literatura africana contemporânea são as grandes fontes de inspiração e de debate deste livro. Antologia de 36 textos de Adriano Mixinge, publicados, entre 1997 e 2009, nas colunas «Cartas de Espanha» e «Postal de Paris», no Jornal de Angola, este é um livro cosmopolita: nele se comparam pinturas como Dans la Guerre, de Viteix, e Guernica, de Picasso; nele se fala da singularidade da obra artística de Annette Messager; da vitalidade cultural de Paris e de Madrid; da transcendência do encontro com Jacqueline Ki-Zerbo em Granada; desse momento em que também conhece Rosa Cubillo; das saudades de Luanda e o sonho de uma n’denguelândia em Angola.
Um livro que testemunha um período fértil em experiências culturais e em encontros que marcaram a vida do autor, e que ajudam a compreender tanto a trajectória profissional como as escolhas estéticas e criativas até à publicação do premiado romance O Ocaso dos Pirilampos.


Autor:
Adriano Mixinge. Nasceu em Luanda, em 1968. 
É autor do romance Tanda (Edições Chá de Caxinde, Luanda, 2006) e do livro de ensaios Made in Angola: arte contemporânea, artistas e debates (Éditions L’Harmattan, Paris, 2009). Com o romance O Ocaso dos Pirilampos, recebeu o Prémio Literário Sagrada Esperança (Guerra e Paz, 2014). 
Aos 11 anos, viajou para Cuba. Passou a sua adolescência na Ilha da Juventude. Formou-se em História da Arte, em Havana. 
Em 1993, regressou a Angola. Foi investigador no Museu Nacional de Antropologia de Luanda, editor cultural do Jornal de Angola e comissário de diversas exposições de arte, sendo a mais importante «Entre a Guerra e a Paz», exibida na primeira Bienal de Arte Contemporânea de Joanesburgo, em 1995. 
Em 2002, foi nomeado conselheiro cultural na Embaixada de Angola em França. Organizou o projecto artístico «Angola, mon amour» (Musée du Quay Branly, Paris, 2008) e a exposição «Angola, Figuras de Poder» (Musée Dapper, Paris, 2011), entre outras. 
Actualmente é conselheiro cultural na Embaixada de Angola em Espanha.


O blogue em parceria com a autora Rute Simões Ribeiro, tem um exemplar de "Ensaio Sobre o Dever (ou a Manifestação da Vontade)" para oferecer.
Para participar, basta comentar neste post na zona dos comentários.
O passatempo é válido até dia 26 de Setembro!

Boa sorte!

«Ensaio sobre o Dever (Ou a Manifestação da Vontade)», de Rute Simões Ribeiro, é o primeiro romance desta escritora portuguesa e foi uma das cinco obras Finalistas do Prémio LeYa 2015, com o título que recebeu originalmente, "Os Cegos e os Surdos".
Com uma escrita e um imaginário fundados em José Saramago e Alfred Hitchcock, este livro enquadra-se dificilmente num género literário, desvinculando-se de limites normativos que pudessem condicionar a narrativa. Refletindo, com grande subtileza, um dos períodos mais conturbados da história mundial, a autora desenvolve uma teia de personagens e de eventos insólitos, sociológicos e políticos, que o leitor consegue imaginar poder passar-se na atualidade, exibindo um profundo domínio sobre as palavras e um particular sentido de humor.


Sinopse:
Os cidadãos do mundo inteiro são chamados a tomar uma decisão por uma entidade desconhecida. Têm de escolher um sentido apenas, «a saber», pode ler-se na misteriosa mensagem, «visão, audição, olfacto, tacto, paladar, com exclusão do apelidado sexto sentido, dado que, neste último caso, é o sentido que escolhe o portador, em caso algum podendo ocorrer o inverso». Receando o impacto da escolha livre na organização da sociedade, o governo decide obrigar os cidadãos eleitores a escolherem o sentido determinado em conselho de ministros, sob pena de penalização no rendimento, chamando as pessoas, em nome da nação, ao exercício de um dever colectivo de reorganização após a «extracção dos sentidos». Perante a ordem do governo, os partidos da oposição apresentam moções de censura e os auto-apelidados «guerrilheiros da liberdade» formam «brigadas dos sentidos», ainda que acabando estas por «forçar as pessoas a serem livres». Três personagens principais entrecruzam-se na história, um primeiro-ministro, um guerrilheiro da liberdade e uma mãe, partilhando, de algum modo, sentimentos de dever e de vigilância constante. Após a instituição de novos hábitos, ajustados à nova «ordem de sentidos», o primeiro-ministro depara-se com um inusitado e perturbador pedido do país vizinho, em nome de um antigo acordo a que está vinculado.


Autora:
Rute Simões Ribeiro nasceu em Coimbra, Portugal, a 17 de novembro de 1977. O seu primeiro livro foi finalista do Prémio LeYa 2015. É licenciada em Direito pela Faculdade de Direito de Coimbra, especializada em Administração Hospitalar pela Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade NOVA de Lisboa onde desenvolve um Doutoramento em Políticas de Saúde Pública e é investigadora. É mãe de dois filhos e vive atualmente em Lisboa.


* Passatempo válido para Portugal Continental e Ilhas.

A minha opinião ao livro aqui



Com o apoio da Editorial Presença, temos para oferecer, em sorteio, na rubrica de Setembro um exemplar da obra de Daisy Goodwin VITÓRIA, A Jovem Rainha




Com apenas dezoito anos, Vitória torna-se rainha da mais poderosa nação do mundo. 

Mas será monarca de pleno direito ou uma marionete nas mãos da mãe e do sinistro Sir John Conroy? Conseguirá esta jovem frágil fazer-se respeitar por homens como o seu tio, o Duque de Cumberland, que consideram as mulheres demasiado histéricas para governarem? Todos querem vê-la casada, mas Vitória não tenciona casar por conveniência com o seu primo Alberto, um tímido devorador de livros, que nem sequer sabe dançar. Ela prefere reinar sozinha, apoiada pelo seu Primeiro-Ministro, Lord Melbourne, com idade suficiente para ser seu pai, mas o único que consegue fazê-la rir e que acredita que ela virá a ser uma grande rainha.

Vitória - A Jovem Rainha é um romance histórico, com enorme atenção ao detalhe e umapesquisa que parte da correspondência e diários da própria rainha. Daisy Goodwin é também a autora do argumento da série televisiva Vitória.


Ficam as regras, para relembrar...
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

Por aqui estamos a ler...




E vocês, o que andam a ler por aí???




Um livro para ler, reler e não esquecer


Fernando Correia percorre as ruas de Lisboa com Henrique, um sem-abrigo que lhe mostra as histórias de outros sem-abrigo e um submundo per­turbante. E Se Eu Fosse Deus? é o novo romance de Fernando Correia, baseado em testemunhos e facto reais. A sessão de lançamento decorre a 18 de Setembro, às 18h30, na Fnac Colombo, em Lisboa. Com apresentação do Professor Antunes de Sousa. O livro chega às livrarias a 20 de Setembro.

A prostituição, a droga, a dor, a loucura, a violência, mesmo o suicídio, fazem parte deste submundo, que a maioria de nós tende a ignorar. E se Deus estivesse, como um sopro, em cada um destes rostos de sofrimento? E se a beleza se esconder onde menos esperamos? Por vezes, o duro dia-a-dia supera qualquer ficção. A casa de Henrique é a Natureza. Henrique é um sem-abrigo de corpo, mas a sua alma guarda a única realidade que aceita e lhe chega através de uma entidade superior. «E se eu fosse Deus?», pergunta, num livro que prova que Fernando Correia é mais que um mero cronista radiofónico.

«Ele bem que podia ter recolhido testemunhos curiosos, mais ou menos jornalísticos, sentado à mesa do seu computador. Mas não, ele fez-se ao caminho, ele partiu ao encontro das “periferias”, ele, enfim, foi ao tropeço com o flagrante da dor e dos olhares vazios de sonhos. Ele fez o seu Natal no encontro com os pobres da manjedoura lisboeta», destaca o Professor Antunes de Sousa no prefácio: «Desprende-se deste relato em chamas uma urgência que a todos convoca e interpela».




Remédios Naturais Caseiros

As pessoas têm cada vez mais consciência de que recorrer excessivamente a medicamentos pode ser prejudicial à saúde, e a preocupação com os seus possíveis efeitos secundários tem levado a que se procurem alternativas mais naturais para o tratamento de determinados problemas de saúde.

Neste livro, encontrará receitas fáceis de preparar à base de ervas, óleos essenciais e ingredientes que pode encontrar na sua cozinha. Consulte‑as sempre que precisar e, em breve, estará a criar os seus próprios remédios naturais para tratar problemas de saúde tão diversos como tosse, constipações, dores de garganta, eczemas, artrites ou asma.

Este livro foi escrito para lhe dar a possibilidade de tomar as rédeas da sua própria saúde, recorrendo à sua cozinha e quintal. Também encontrará instruções sobre como criar um jardim de plantas medicinais e, em cada capítulo, destacarei um dos meus remédios naturais favoritos. Escolhi plantas bem conhecidas e fáceis de encontrar, que uso com regularidade em minha casa, como urtiga, rosa, alfazema e consolda-maior. Além disso, reuni sugestões para um estojo de primeiros socorros natural que pode ter à mão para emergências, incluindo algumas recomendações de remédios que vale a pena ter sempre consigo.  Melissa Corkhill

Melissa Corkhill é apaixonada por questões de autossuficiência e remédios naturais, e há vários anos que escreve sobre temáticas verdes. É a fundadora da revista sobre cuidados parentais naturais The Green Parent.



Conservas: Compotas, Geleias, Pickles e Muito Mais

Por algum motivo, abrir um armário e ver filas esplêndidas de frascos de vidro brilhantes, cheios de compotas, geleias, chutneys, pickles e fruta em conserva dá imensa satisfação. As conservas de todo o tipo foram criadas com o intuito de conservar a fruta e os legumes colhidos no período demasiado curto do verão e do outono, para os ter prontos a consumir nos meses de frio rigoroso do inverno. Uma boa colheita dos cultivos do verão e do outono poderia dar uma abundância de fruta e legumes — demasiados para serem logo consumidos e, antes de aparecer a refrigeração, era preciso conservá-los antes que se estragassem.

O advento dos frigoríficos e dos congeladores levou a que as pessoas já não precisassem de recorrer aos métodos antigos e, lamentavelmente, a um decréscimo temporário da prática da arte de conservar alimentos. Felizmente, a autossuficiência voltou a estar na moda, porque as pessoas não só desejam alimentos de boa qualidade com o tão inimitável sabor caseiro genuíno, como também têm vontade de recuperar os métodos tradicionais de cozinhar e conservá-los. É importante não deixar que essas capacidades se percam, mas, para além disso, fazer as nossas próprias conservas dá-nos satisfação e ainda nos permite poupar dinheiro.

Há vários métodos diferentes e todos produzem resultados maravilhosos. Compotas, geleias, manteigas e cremes de fruta, chutneys, fruta de conserva, pickles e vegetais salgados são formas económicas e práticas de conservar os produtos frescos da época. E não precisa de imensos aparelhos e acessórios de cozinha para o começar a fazer: basta ter uma panela de fundo pesado, um funil, um termómetro para açúcar e uma seleção de frascos de vidro!

Conservas: Compotas, Geleias, Pickles e Muito Mais, já á venda, está repleto de dicas e sugestões úteis, explica tudo sobre os ingredientes, a fruta e os legumes mais populares, os açúcares, as técnicas de culinária e os métodos de armazenamento. Cada capítulo inclui uma secção sobre eventuais percalços — o que pode acontecer quando não seguimos corretamente uma receita ou quando não armazenamos devidamente as conservas.

«Encontra aqui velhos clássicos que agradam a todos, bem como conservas novas e invulgares, para que o leitor, a sua família e os seus amigos se deliciem — e tudo feito com muito amor e carinho.» - Carol Wilson.

Carol Wilson é uma escritora gastronómica, consultora de culinária e membro da Guild of Food Writers. Não só escreve para várias publicações sobre gastronomia no Reino Unido e nos EUA, como também é autora de vários livros e participou em inúmeros programas televisivos de culinária.



A Vencedora do Passatempo Relâmpago é 

INÊS PEREIRA

(fica a foto do comentário)


Inês, tens a partir de hoje, 30 dias para enviares os teus dados para o mail do blogue
viajarpelaleitura@gmail.com


Parabéns e continuação de boas leituras!


Na cidade de Beirute, uma mulher tem como única companhia os seus livros e todos os anos traduz um, que depois guarda. Aaliya, o seu nome, é a narradora de Uma Mulher Desnecessária, do libanês Rabih Alameddine, que a Porto Editora publica a 21 de setembro.

Vencedor do Prémio Femina para melhor romance estrangeiro e finalista do National Book Award, este livro apresenta-nos a história de uma mulher muito singular que, à margem dos horrores da guerra civil, dedica a sua vida à leitura e tradução de obras icónicas da literatura ocidental.

Tolstoi, Faulkner, Hemingway, Dostoiévski, Calvino, Borges, Nabokov, Javier Marías, José Saramago são alguns dos personagens que vão entrando no mundo de Aaliya, um mundo de deslumbramentos, memórias e anseios.



E eu que permanecia na ignorância, sem saber que havia uma série da obra

Jonathan Strange e Mr Norrel 
inspirada na obra de Susanna Clarke!!!!

Vocês sabem que obras cuja história central é o fantástico não são as minhas preferidas!! Mas esta, esta foi a única que me prendeu o interesse há muitoooossss anossss!!!!
Li antes de ter o blogue! Portanto, há mais de 9 anos ^_^

A minha opinião ao livro aqui



O meu livro é das primeiras edições e tem essa capa:


Tenho de ver a série urgentemente!!!!


«História da Origem e Estabelecimento da Inquisição em Portugal – tomo III», de Alexandre Herculano, nas livrarias 15 de setembro.
Edição de Bolso


A perseguição, que torna indomáveis os ânimos nobres, que os purifica e os eleva acima do vulgo nas épocas de profunda decadência, não os elevava a eles. À mentira opunham muitas vezes a mentira, à hipocrisia a hipocrisia, à corrupção a corrupção; mas não era nestas artes ignóbeis que podiam levar vantagem aos seus adversários. Depois, Roma sabia calcular: as grossas somas que eles podiam despender, e que despendiam de feito, era um ganho transitório; as pensões, que o rei de Portugal podia conceder, e concedia, eram permanentes e seguras. (…) A cúria romana buscava conciliar tudo; o máximo lucro com a ponderação dos valores e com a mais alta probidade com o tráfico das coisas santas.




No âmbito do lançamento do livro «Manuel Maria Carrilho: Ser Contemporâneo do Seu Tempo», a Guerra e Paz Editores e Livraria Ferin promovem o debate «Que futuro para a Europa? Que futuro para a democracia representativa?», que decorre a 13 de Setembro, às 18h30, na Livraria Ferin, em Lisboa. Na mesa estarão presentes o Professor e ensaísta Manuel Arriaga, o escritor e jurista João Gonçalves, o poeta, romancista e presidente da Sociedade Portuguesa de Autores, José Jorge Letria, e o Professor e ensaísta Manuel Maria Carrilho.

Na opinião de Manuel Maria Carrilho, a União Europeia encontra-se num processo de decomposição. Neste livro-diálogo com José Jorge Letria, e com a objectividade de um realismo certeiro, e até doloroso, admite mesmo que a democracia pode vir, como tudo na vida, a acabar. Um destino incerto que exige uma reflexão urgente que nos prepare para enfrentar, sem pânico nem catastrofismos, o cenário de futuro que pode muito bem chegar.





«Ensaio sobre o Dever (Ou a Manifestação da Vontade)», de Rute Simões Ribeiro, é o primeiro romance desta escritora portuguesa e foi uma das cinco obras Finalistas do Prémio LeYa 2015, com o título que recebeu originalmente, "Os Cegos e os Surdos".
Com uma escrita e um imaginário fundados em José Saramago e Alfred Hitchcock, este livro enquadra-se dificilmente num género literário, desvinculando-se de limites normativos que pudessem condicionar a narrativa. Refletindo, com grande subtileza, um dos períodos mais conturbados da história mundial, a autora desenvolve uma teia de personagens e de eventos insólitos, sociológicos e políticos, que o leitor consegue imaginar poder passar-se na atualidade, exibindo um profundo domínio sobre as palavras e um particular sentido de humor.

Sinopse:
Os cidadãos do mundo inteiro são chamados a tomar uma decisão por uma entidade desconhecida. Têm de escolher um sentido apenas, «a saber», pode ler-se na misteriosa mensagem, «visão, audição, olfacto, tacto, paladar, com exclusão do apelidado sexto sentido, dado que, neste último caso, é o sentido que escolhe o portador, em caso algum podendo ocorrer o inverso». Receando o impacto da escolha livre na organização da sociedade, o governo decide obrigar os cidadãos eleitores a escolherem o sentido determinado em conselho de ministros, sob pena de penalização no rendimento, chamando as pessoas, em nome da nação, ao exercício de um dever colectivo de reorganização após a «extracção dos sentidos». Perante a ordem do governo, os partidos da oposição apresentam moções de censura e os auto-apelidados «guerrilheiros da liberdade» formam «brigadas dos sentidos», ainda que acabando estas por «forçar as pessoas a serem livres». Três personagens principais entrecruzam-se na história, um primeiro-ministro, um guerrilheiro da liberdade e uma mãe, partilhando, de algum modo, sentimentos de dever e de vigilância constante. Após a instituição de novos hábitos, ajustados à nova «ordem de sentidos», o primeiro-ministro depara-se com um inusitado e perturbador pedido do país vizinho, em nome de um antigo acordo a que está vinculado.

Opinião:
Confesso que ao ler a sinopse desta obra, como diz que esta autora tem uma escrita e um imaginário fundados em José saramago, achei que ia ser um misto e talvez uma “cópia” das ideias de Saramago, de duas das suas obras. O “Ensaio sobre a Cegueira” já que se trata de cada um dos cidadãos escolher e viver apenas com um dos 5 sentidos e o “Ensaio sobre a Lucidez”, porque se fala na atitude do governo e dos políticos em geral. 
No decorrer da narrativa apercebi-me que apenas a conjugação destas duas ideias (talvez tenham sido a semente desta obra), faziam lembrar Saramago.

Ao longo desta leitura compreende-se perfeitamente porque foi um dos cinco finalistas do prémio Leya, não se compreende é porque nenhuma editora “agarrou” esta obra e a publicou.

Estamos perante uma narrativa muito diferente do usual, nada de vulgaridade na sua escrita, a autora brinca com as palavras sem medo, com um vocabulário super rico, e a cada página nos surpreende mais. Na verdade tudo é rico nesta obra, desde as personagens, às ideias colocadas ao longo da narrativa, assim como o desfecho.

Faz-nos pensar como seria se tivéssemos de passar por algo semelhante (isto sem dúvida que é algo idêntico a Saramago, o fazer-nos pensar e o interrogar-nos sobre tudo).
E se um dia cada um de nós tivesse de viver com apenas um dos sentidos? Será que nos conseguiríamos organizar e entreajudar sem que isso nos fosse exigido/imposto? Ou seria um “salve-se quem poder”, cada um por si e que sobreviva o mais forte?

Estou certa que esta autora tem muito para nos dar, e espero que no futuro nos presenteie, com muitas mais obras. Obras diferentes como esta, que não se vulgarize, só porque por vezes o vulgar vende mais.

Estive muito tempo a olhar para esta página, sem saber se deveria escrever o que costumo dizer sobre José Saramago, Afonso Cruz e Valter Hugo Mãe! Que o “gosto” pelas suas obras é de extremos, “ou se gosta mesmo muito ou se detesta”, e penso que com a Rute Simões Ribeiro é algo assim.


Eu gostei mesmo muito, quero ouvir falar muito sobre esta autora e já sei em que extremo estou. Quanto a vocês, têm de o descobrir, e para isso passem por aqui e aqui., não se vão arrepender.

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