Os verdadeiros analfabetos...


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 Sinopse:
Quem concebeu a nova biblioteca municipal foi Luigi Lemoncello, o maior criador de jogos do mundo. Ao saber disto, Kyle faz tudo para ir à Grande Gala de Inauguração. Mas o mais difícil não é entrar na biblioteca - o verdadeiro desafio está em sair de lá! Kyle terá de ser muito astuto, porque fiar-se nos dados ou na sorte não é suficiente para resolver os enigmas do Sr. Lemoncello…

Fuga da Biblioteca do Sr. Lemoncello é uma aventura envolvente, vencedora de vários prémios internacionais e repleta de personagens encantadoras. Agora em filme no canal Nickelodeon!

Citações:
«Muitos enigmas para desvendar, trocadilhos e referências a conhecidos livros infantis, esta é a história ideal para quem gosta de ler e de jogar.» | Kirkus

«Um livro envolvente e muito criativo. Um hino às bibliotecas e à literatura, sucessor digno de Willy Wonka, de Charlie e a Fábrica de Chocolate.» | Booklist

«Os apaixonados por livros vão apreciar as várias referências a títulos bem conhecidos, e quem gosta de jogos vai deliciar-se a tentar decifrar todas as pistas. Um livro que enaltece o trabalho de equipa, a perseverança e a perspicácia.» | Publishers Weekly

«Descobre a biblioteca mais fixe do mundo!» | James Patterson, escritor

Opinião:
Kyle Keeley é um fã incondicional dos jogos de tabuleiro do Sr. Lemoncello. E como ele diz: “Tudo o que saía da fábrica da imaginação do Sr. Lemoncello é incrivelmente espectacular”.
Luige L. Lemoncello é um bilionário excêntrico, que resolveu construir uma nova biblioteca em Alexandriaville, já que a antiga foi demolida há doze anos. Levou cinco anos a sua construção, e as obras foram feitas dentro do mais absoluto segredo, e sujeitas a rigorosas condições de segurança.

Mas antes da grande abertura ao público, doze alunos de doze anos, podem passar a noite na nova maravilhosa biblioteca, isto se escreverem a melhor redacção com o título “Estou entusiasmadíssimo com a nova biblioteca”.
Depois de algumas peripécias na escrita e entrega da redacção, Kyle Keeley, consegue ser um dos doze vencedores.

Mas as surpresas não terminam aqui. No dia seguinte ao acordarem na biblioteca, descobrem que para além de estarem lá presos, podem participar no mais maravilhoso jogo de sempre, a “Fuga da Biblioteca do Sr. Lemoncello”. Mas o tabuleiro deste jogo é a biblioteca e as peças são as crianças, o grande vencedor vai ser mundialmente famoso, porque vai ser a estrela dos próximos anúncios dos produtos Lemoncello. A cara dessa criança vai estar em todo o lado, pois vai aparecer na televisão, na rádio, na imprensa, em cartazes, em anúncios e nas lojas de brinquedos.

Durante este desafio algumas equipas/alianças se vão formar. Algumas são verdadeiras alianças, outras apenas muita falta de lealdade, muita batota e muito pouco trabalho em equipa.
Temos crianças que acham que o fim justifica os meios, mas vão aprender que o “crime” não compensa e as atitudes boas e leais, são sempre as vencedoras.

Um livro excecional, de leitura rápida e fluida, que tem todos os “ingredientes” para nos deixar super empolgados e “agarrados” até ao fim. É uma obra que faz com que o leitor também participe e tente resolver os quebra-cabeças, que vão envolver várias obras de escritores antigos e outros mais atuais, para que o, ou os, vencedores, possam descobrir nesta “caça ao tesouro” a saída super secreta da biblioteca.

Uma mensagem muito importante, de verdadeira amizade que este livro transmite.

Muitas das pistas, são perguntas que estão relacionadas com conhecimentos que temos da nossa cultura:
"Como se chamava o comandante português que em 1961 tomou o navio Santa Maria em alto-mar?"

"De quem era a famosa frase
Ó Evaristo, tens cá disto?
-Hum, era daquele ator do Pátio das Cantigas.
-Tens de ser mais específico.
-Ah, o gordo. Vasco Santana!
..."

Por aqui, se vê que na tradução, tiveram um particular cuidado. Quando os doze vencedores da redacção, para além de passarem a noite na biblioteca, ganham um cartão presente de 500 dólares, poderiam ter escrito 500 Euros.

Adorei a mensagem de incentivo ao trabalho de equipa do Sr. Lemoncello:
“O conhecimento que não é partilhado é como se não existisse” - Luige L. Lemoncello

E não podia estar mais de acordo com o que o Kyle escreveu na sua redacção:
"Frequentar uma biblioteca faz com que aprender seja uma atividade divertida", escreveu ele. Quando uma pessoa está numa biblioteca a investigar qualquer coisa, é como se andasse numa caça ao tesouro, só que anda à procura das pistas e dos objetos nos livros em vez de os procurar no sótão ou no quintal de casa."

Uma belíssima prenda de Natal para o sapatinho dos mais novos.

Para mais informações procurar aqui.




José Eduardo Agualusa


José Eduardo Agualusa, nasceu na cidade do Huambo, em Angola, a 13 de dezembro de 1960.
Estudou Agronomia e Silvicultura em Lisboa.
É jornalista.
Viveu em Lisboa, Luanda, Rio de Janeiro e Berlim.
É autor dos livros A Conjura (romance, 1988), Prémio Revelação Sonangol, A Feira dos Assombrados (contos, 1992), Estação das Chuvas (romance, 1996), Nação Crioula (romance, 1998), Grande Prémio de Literatura RTP, Fronteiras Perdidas (contos, 1999), Grande Prémio de Conto da APE, A Substância do Amor e Outras Crónicas (crónica, 2000), Estranhões e Bizarrocos, com Henrique Cayatte, (infantil, 2000), Prémio Nacional de Ilustração e Grande Prémio de Literatura para Crianças da Fundação Calouste Gulbenkian, Um Estranho em Goa (romance, 2000), O Ano Que Zumbi Tomou o Rio (romance, 2002), O Homem Que Parecia Um Domingo (contos, 2002), Catálogo de Sombras (contos, 2003) e O Vendedor de Passados (romance, 2004).


As suas obras estão traduzidas para diversas línguas europeias.
Os vencedores são:

Vencedora da obra "O Lápis Mágico de Malala"

Ana Isabel Gomes Machado
_________

Vencedora da obra "Biblioteca do Sr. Lemonchello"

Gracinda Torres
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Vencedora da obra "Duda, o Leão Que Tinha Medo"

Maria Manuel Fernandes Pombal
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Vencedora da obra "Tita, a Zebra Que Não Queria Ter Riscas"

Sandra Pereira Dias
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Vencedor da obra "O Leão Que Temos Cá Dentro"

Luís Alberto Cipriano
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Vencedora da Obra "Homem Cão Sem Trela"

Cláudia Penas

Parabéns aos vencedores!
Serão todos contactados via e-mail.

Contada com a mestria que carateriza José Mauro de Vasconcelos, esta é uma história comovente e apaixonante que toca o coração do leitor.

Sinopse:
Edu é um menino de treze anos que, apesar das suas limitações físicas, ama a vida e respira esperança. Um dia, a sua querida tia Anna convida-o para passar uma temporada com ela na casa da praia. Será bom para Edu poder descansar junto ao mar, num ambiente tranquilo. Edu fica maravilhado e imagina que aquela casa é um Veleiro de Cristal, um barco brilhante que ele poderá velejar para viver aventuras inimagináveis.
Ao leme do Veleiro de Cristal, feliz entre a realidade e a fantasia, Edu descobre alguns amigos muitos especiais. O tigre Gabriel, a coruja Mintaka e o sapo Bolitrô são os seus companheiros nesta viagem encantadora pelos mares do sonho, da descoberta e da imaginação.
Uma narrativa emocionante, escrita por José Mauro de Vasconcelos, vencedor do Prémio Jabuti de Romance, o mais importante prémio literário brasileiro.

Autor:
José Mauro de Vasconcelos nasceu no Rio de Janeiro em 1920 e faleceu em São Paulo em 1984.
Descendente de portugueses, o autor teve vários empregos durante a adolescência, viajando depois por todo o Brasil e por vários países europeus.
O seu primeiro grande êxito foi Rosinha, Minha Canoa (1962). Em 1968 publicou o seu livro mais conhecido, O Meu Pé de Laranja Lima, que já foi adaptado para televisão, cinema e teatro.

Pelo conjunto da sua obra é hoje considerado um autor clássico da literatura juvenil brasileira do século XX.


Sinopse:
Estás muito bem e de repente dá-te uma dor de barriga... chegou «aquela hora»!
É uma coisa nojenta, o cocó, mas todos o fazemos e todos perdemos algum tempo na sanita por causa dele.. Que tal aproveitares esses preciosos minutos para te entreteres com jogos e quebra-cabeças?
Com este livro, nenhum tempo será desperdiçado. São 101 coisas que poderás fazer enquanto largas bombas malcheirosas na sanita, desde sudokus a labirintos e a atividades divertidas com rolos de papel higiénico. E ainda poderás ficar a saber muitas curiosidades sobre cocó.
Ah, pois é, tem muito que se lhe diga! Vais sair da casa de banho não só mais leve mas também mais inteligente! 

DEZEMBRO!!!



Este mês, com o apoio da Editorial Presença, temos para oferecer na rubrica do mês de Dezembro um exemplar da obra de Wilbur Smith "O Deus do Deserto".
O resto vocês, já sabem. Têm de comentar neste post o livro que estão a ler... se comentarem todas as segundas feiras, as hipóteses de ganhar são maiores!! Leiam as regas ;)



Sinopse:
Nas vastas planícies do Egito, nas margens do Nilo, surge um herói. Taita, um escravo eunuco liberto, usa com subtileza a sua autoridade. Não só é um dos principais conselheiros do Faraó Tamose, como é também o guardião das suas irmãs mais novas, as princesas Tehuti e Bekatha.

O reino não está em paz. Enfrenta os ataques dos seus inimigos de sempre, os Hicsos do Norte. Taita, filósofo, poeta e um estratega militar exímio, prepara um plano para destruir os exércitos dos Hicsos. Este conduzi-lo-á a uma perigosa jornada pelo Nilo acima até à cidade mágica de Babilónia e, em seguida, mar adentro até Creta. É uma missão de alto risco. E Taita não poderá ignorar as responsabilidades inerentes à segurança das duas princesas Tehuti e Bekatha, cuja atração pelos guerreiros que lideram as tropas ameaça o seu plano meticuloso e o próprio futuro do Egito.

O Deus do Deserto é um épico pleno de ação, uma espécie de Guerra dos Tronos no Antigo Egito, onde a linha entre a lealdade e a traição muda da noite para o dia, como as areias do deserto. Wilbur Smith é um mestre na reconstituição histórica, repleta de intriga, ação e suspense.


Ficam as regras, para relembrar...
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

Por aqui estamos a ler...


E vocês, como estão de leituras neste mês de azáfama? 

Infelizmente a vencedora deste passatempo não nos contactou, sendo assim fizemos um novo sorteio entre os participantes.

A Vencedora do Passatempo éééééééééééééé

Rita Almeida

(fica a foto do comentário)


Rita, tens a partir de hoje, 30 dias para enviares os teus dados para o mail do blogue
ligialeituras@gmail.com 


Parabéns e continuação de boas leituras!



Sinopse:
Entra no Palácio da princesa e prepara-te para muitas horas de divertidas brincadeiras. Estará a princesa a organizar um baile ou a explorar os jardins do palácio?


Este conjunto ludodidático inclui uma caixa-cenário, oito figuras de cartão e um tapete de atividades. É ideal para incentivar o desenvolvimento das competências verbais, estimular a imaginação e desenvolver a coordenação oculomotora, bem como a motricidade fina. As ilustrações coloridas e a simplicidade do texto também encorajam o uso de vocabulário novo.

Idade Recomendada: Até aos 6 anos
Para mais informações procurar aqui.

Os Meninos que Enganavam os Nazis é uma história verídica. 
A luta pela sobrevivência contada por um menino judeu na França ocupada pelos nazis. 

Sinopse:
1941, Paris é uma cidade ocupada pelos exércitos nazis. O poder de Hitler controla a França; as perseguições e o medo pairam por todo o país. Joffo, um respeitado barbeiro judeu, decide dispersar a sua família de forma a evitar o destino cruel que os espera a todos. Depois da fuga dos filhos mais velhos, perante o perigo sempre à espreita, Joseph, de apenas dez anos, e Maurice, de doze, deixam também a capital, entregues a si próprios, para tentarem escapar à brutalidade e à morte. Uma impressionante história autobiográfica, narrada pelo irmão mais novo, cuja espontaneidade, ternura e humor comprovam o triunfo da amizade, da generosidade, do espírito de entreajuda.

Citações:
«A espontaneidade, a ternura, a emoção discreta, o humor contidos neste livro tornam-no diferente de qualquer outro.» | La Croix
«Uma verdadeira joia literária.» | Diario 16
«Este livro, que nos fala de medo, angústia, sofrimento, poderia ser também o livro do ódio, mas ele é afinal um grito de esperança e de amor.» | Bernard Clavel, escritor

Para mais informações procurar aqui.




No dia 15 de Janeiro deste ano participei na rubrica  “It´s 15th! Look Who's Answering!deste blogue fantástico. Podem recordar aqui

Uma das perguntas feita pelo Vasco foi: “És tão lenta na leitura como és na corrida?”

Pois no dia 2 do presente mês, fui mais rápida que nunca a correr, tão rápida tão rápida, que quando me chamaram para ir ao pódio eu já estava em casa.

É verdade Vasco, aqui a lentinha completou a mini-maratona São Silvestre de Aveiro em 48min.15seg. e ficou no segundo lugar do seu escalão.
O que aconteceu, foi que eu não fazia ideia que a minha rapidez tinha sido tão fabulosa e fui-me embora sem receber a medalha.
Após contacto com a organização, esta terça-feira recebi  o meu novo motivo de orgulho!!

Já me esquecia… e não Vasco… não eramos só duas, eramos 84…

“Passagem Para a Índia” de E. M. Forster (Opinião))

Sinopse:
Adela Quested chegou à cidade indiana de Chandrapore para casar. Acompanhada pela Sr.a Moore, tornam-se amigas do Dr. Aziz, que se oferece para lhes mostrar as Grutas Marabar. Mas quando exploram as grutas ocorre um acidente, e Aziz é acusado e detido. Enquanto o médico aguarda julgamento, a opi- nião dos britânicos e dos súbditos indianos divide-se entre a sua culpa e inocência, e as tensões surgidas ameaçam transformar-se em violência.

«Um dos romancistas ingleses mais estimados do seu tempo.»[The Times]
«De uma enorme mestria.»[Anita Desai]

Opinião:
Passagem para a Índia, é uma obra do escritor britânico E. M. Foster, publicada pela primeira vez em 1924. Em 1984 David Lean, produz o filme baseado neste livro.
Esta obra está divida em três partes.
Na primeira parte “Mesquita”, Adela Quested e a Sra. Moore chegam à Índia (à cidade de Chandrapore) vindas de Inglaterra, para se encontrarem com Ronny Heaslop que é magistrado nesta cidade. Ronny Heaslop é filho da Sra Moore e noivo de Adela Quested.
Aziz Ahmed é médico no Posto Administrativo Britânico, e conhece a Sra. Moore numa mesquita, mais tarde encontram-se por intermédio do Sr. Fielding, diretor do Liceu Governamental.
Ao longo desta primeira parte o leitor fica ao corrente do conflito e dos preconceitos que se estabeleceram entre estas duas culturas tão diferentes, assim como dos conflitos entre os próprios Indianos de diferentes religiões.
A sensibilidade e a atitude livre de preconceitos das duas senhoras em relação ao povo Indiano, faz com que Aziz se afeiçoe a elas. Quando estas demonstram interesse em conhecer a verdadeira “Índia”, Aziz oferece-se para organizar uma excursão às remotas Cavernas de Marabar.
Na segunda parte “Grutas” é a onde se desenrola toda a “tragédia”, a excursão acontece, mas durante o passeio às grutas há um mal entendido, e Adela julga ter sido atacada por Aziz. Quando Aziz regressa à cidade é preso, e vai ser julgado. Todos este acontecimentos vão gerar grande tensão entre Indianos e Ingleses.
Durante o julgamento para consternação dos supostos amigos Ingleses de Adela, esta acaba por mudar o seu depoimento e inocenta Aziz. Tudo isto faz com que a comunidade Inglesa fique mal vista e que o conflito entre as duas culturas aumente.
Adela é abandonada pelos “supostos” amigos e o único que a ajuda é o Sr. Fielding. É aqui que novo mal entendido acontece e Aziz sente-se traído pelo amigo, acabando por abandonar a comunidade anglo-indiana.
Na terceira Parte “Templo” o leitor fica a par das festas religiosas do povo Indu e a reconciliação e os mal entendidos entre Aziz e Fielding resolvem-se.
Ao longo desta leitura, vamo-nos apercebendo desde o início, dos conflitos e antipatia entre a cultura ocidental e oriental. A forma como o autor nos descreve certas atitudes que os ingleses têm para com o povo colonizado, faz-nos ter um certo sentimento de revolta, porque estes se comportam como se estivessem no país deles e tudo lhes pertencesse, e os Indianos não sobrevivessem sem eles. O autor acaba por dar razão a um certo rótulo que este povo ainda hoje tem na vida real, tanto que numa conversa entre a Sra. Moore e o filho, chegam a dizer o seguinte:
"...
- Os teus sentimentos são os de um deus - retorquiu ela muito depressa. Todavia eram os modos do filho, não os sentimentos, o que mais a aborrecia.
Tentando recompor-se, ele disse:
- A Índia gosta de deuses.
- E os ingleses gostam de armar-se em deuses.
- Isso agora não interessa para o caso, acabemos com a discussão. O facto é que este país tem de nos tolerar, deuses ou não deuses.
..."
Quando Iziz, é “condenado” ainda sem ter sido julgado, e a Sra Moore é afastada, por se aperceberem que esta acha Aziz inocente, o autor consegue mais uma vez transmitir o tal sentimento de revolta, por julgarem uma pessoa pela sua cor e origem. Mais tarde consegue-nos pôr do lado de Adele, quando esta demonstra arrependimento e todos lhe viram as costas. Outro sentimento ambíguo transmitido, e que nos faz estar desta vez ao lado dos ingleses, é no fim do julgamento, quando os tumultos causados pelos hindus fazem-nos temer pela vida dos anglo-indianos.  Esta disparidade de sentimentos que o autor nos consegue transmitir é admirável, compreendendo-se porque este e esta sua obra, foi tão admirada quando foi publicada.
O que me chamou também a atenção e que até me fez ter vontade de conhecer este país, foram as descrições das paisagens e costumes religiosos. Mesmo quando ele descrevia uma paisagem desprovida de beleza, conseguiu aguçar a minha curiosidade, e na última parte a festa/culto religioso de krishna foi soberbo.

Uma obra riquíssima de sentimentos e cultura.
O livro aqui na editora.




Todos os dias antes de adormecer leio sempre um pouquinho… bom… depende… por vezes empolgo-me e leio bastanteeee…

Mas tem dias… preparem-se que isto vai parecer um confessionário…e vou envergonhar-me, mas tem de ser… Por vezes, nem tive um dia muito cansativo, mas leio duas ou três páginas (e preciso fazer um grande esforço para isso) e adormeço profundamente, e no dia seguinte acontece o mesmo, e no dia a seguir e a seguir e a seguir… e torna-se um suplício ler uma página que seja de determinados livros.

Na minha opinião, isto é caso para um estudo científico profundo. Na verdade já devem ter dados sobre estes casos, mas a indústria farmacêutica não tem interesse em os divulgar.

Imaginem a seguinte conversa num consultório:
Dona Rosa: - Senhor doutor, conta-se pelos dedos de uma mão as horas que consegui dormir esta semana. Estou desesperada… já não faço nem digo coisa com coisa…
Médico: - Não se preocupe Dona Rosa, vou prescrever-lhe o “2666” do autor Roberto Bolano, duas a três páginas por dia e vai ver o bem que lhe vai fazer. E fica-lhe mais barato que um genérico.

É verdade, as críticas à obra “2666” foram muito boas, mas eu ao fim de duas a três páginas adormecia que nem um anjo e isso sucedeu-me dias a fio.Com este livro, nos dias de insónia não precisava de contar carneirinhos, nem “tomar” seja o que for para adormecer.

E a vocês?  Também vos acontece, por vezes algo assim? Se sim, qual  foi o livro?

Ou afinal eu sou um caso/ave rara??
E vamos a mais um passatempo, em parceria com a Marcador, temos para sortear em passatempo um exemplar de "Homem-Cão Sem Trela" de Dav Pilkey. Para participarem, basta que sigam as regras e preencham o formulário.


Este é o segundo volume da coleção Homem-Cão, do mesmo criador do Capitão Cuecas! 

Nesta nova aventura, Homem-Cão Sem Trela, o herói metade cão, metade homem, vai aprender a lidar com novos crimes, desta vez com um gato vilão que precisa de trela curta.

Regras do Passatempo:
- O passatempo começa hoje, dia 6 de Dezembro e termina às 23.59h do dia 11 de Dezembro de 2017; 
- O participante vencedor será escolhidos aleatoriamente;
- Apenas poderão participar residentes em Portugal;
Ser Seguidor do blogue (para ser seguidor, basta clicar em “seguidores” na barra lateral direita).
- Não nos responsabilizamos pelo extravio de livros

Formulário:


PASSATEMPO ENCERRADO!

Boa Sorte!!

O blogue tem para oferecer em passatempo um exemplar de "O Leão Que Temos Cá Dentro" de Rachel Bright e Jim Field. Para participarem têm de preencher o formulário e seguirem as regras!!!


Sinopse:
Não tens de ser grande nem valente para encontrares a tua voz. Nem sempre é fácil ser pequeno. Mas quando o Rato parte em viagem à procura do seu rugido, descobre que até a mais pequenina criatura pode ter um coração de leão. 

Opinião da Lígia ao livro aqui


Regras do Passatempo:
- O passatempo começa hoje, dia 6 de Dezembro e termina às 23.59h do dia 11 de Dezembro de 2017; 
- O participante vencedor será escolhidos aleatoriamente;
- Apenas poderão participar residentes em Portugal;
Ser Seguidor do blogue (para ser seguidor, basta clicar em “seguidores” na barra lateral direita).
- Não nos responsabilizamos pelo extravio de livros

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PASSATEMPO ENCERRADO!

Boa Sorte!!!

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